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OFICINA DE INTRODUÇÃO AO GERENCIAMENTO DE REPUTAÇÃO, 28/03/15 – RJ

A diretora da Makemake Comunicação, Tatiana Maia Lins, ministrou uma Oficina de Introdução ao Gerenciamento de Reputação, no último dia 28 de março (de 2015), no campus de Botafogo da Facha (Faculdades Hélio Alonso).

A turma contou com dez alunos, alunos da Facha e profissionais do mercado, interessados em conhecer um pouco sobre o universo do Gerenciamento de Reputação. O debate foi super interessante e com temas variados, desde como trabalhar a reputação da Supervia, empresa que administra os trens do Rio de Janeiro, passando por como o Rio de Janeiro pode melhorar a sua reputação com os estrangeiros a longo prazo e, claro, sem deixar de mencionar a atual crise de imagem da Petrobras.

Tatiana agradece a presença de todos e agradece também o apoio na divulgação do curso.

Na mídia – Esta oficina rendeu notas nos seguintes veículos:

Revista Plurale

Gazeta da Semana

Jornal O Fluminense

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FINANCIAMENTO, REPUTAÇÃO E LEGITIMIDADE – O CASO BEIJA-FLOR

Neste Carnaval a Beija-Flor conseguiu o seu 13º título de campeã do carnaval carioca. Todos os anos há um “mimimi” nas redes sociais sobre a escolha da vencedora. Mas desconfio que neste ano a decepção tenha sido maior e mais generalizada. Não necessariamente por causa dos quesitos técnicos do desfile, que por sinal nem vi. Mas pelos financiamentos que a escola recebeu.

O enredo falava sobre a Guiné Equatorial, país africano que, ouso arriscar, a maioria dos brasileiros nunca tinha ouvido falar. Ter as suas belezas exaltadas por uma escola de samba seria uma ótima propaganda para a Guiné Equatorial mundo afora, principalmente se esta escola fosse a campeã do carnaval carioca. Esta afirmação seria verdadeira se a Guiné Equatorial não estivesse com o mesmo governante não eleito pelo povo desde 1979 (o que configura uma ditadura) e se o país não figurasse entre os mais desiguais do mundo.

Produtora de petróleo, a Guiné Equatorial tem o maior produto interno bruto per capita do continente Africano, e o 69º do mundo. No entanto, a riqueza é distribuída de forma muito desigual. O país ocupa a 144ª posição em 2014 do Índice de Desenvolvimento Humano da Organização das Nações Unidas, no limiar entre o médio e o baixo, atrás de São Tomé e Príncipe e acima do Nepal (a título de comparação, o Brasil ocupa a 79ª posição, com um índice considerado alto). A ONU diz que menos de metade da população tem acesso à água potável na Guiné Equatorial e que 20% das crianças morrem antes de completar cinco anos.

O regime autoritário no poder na Guiné Equatorial tem um dos piores registos de direitos humanos no mundo, e consegue se manter como o “pior do pior” no ranking da pesquisa anual da Freedom House de direitos políticos e civis. O tráfico de pessoas é um problema significativo, de acordo com o US Trafficking in Persons Report, de 2012, que afirma que “a Guiné Equatorial é uma fonte e destino para mulheres e crianças vítimas de trabalho forçado e tráfico de sexo.” Estas informações, facilmente encontradas na internet, questionam a legitimidade da Guiné Equatorial para gastar dinheiro financiando o Carnaval no Rio de Janeiro. Estima-se que a escola tenha recebido R$ 10 milhões do país africano. Ou, como foi noticiado recentemente, que o dinheiro tenha vindo de empreiteiras que operam por lá, o que piora consideravelmente a situação da reputação das empreiteiras. O que aconteceu e de onde realmente veio o dinheiro, ainda não sabemos. Mas está claro que a vitória da Beija-Flor não foi aceita. Ela ganhou o título, mas não levou o mérito.

Segundo a imprensa, no desfile das campeãs, no último sábado, dia 21, a Beija-Flor, apesar de ter uma torcida forte, foi vaiada desde que seu nome foi anunciado pelo locutor do sambódromo, logo no início da noite. Era possível ouvir “a campeã roubou”, uma tentativa de ofuscar a vibração dos fãs da agremiação de Nilópolis, que exaltavam que “a campeã voltou”. Enquanto isso, a Portela, que ficou com o quinto lugar, foi ovacionada com o grito de “é campeã” pelo público. Reputação é isso. É o olhar do outro.

Artigo publicado em primeira mão pelo site da Aberje, em 25/02/2015.

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A IMPORTÂNCIA DA BOA REPUTAÇÃO PARA AS PEQUENAS EMPRESAS

Muitos gestores de empresas de pequeno porte acreditam que a preocupação com a manutenção de uma boa Reputação Corporativa é exclusiva de empresas maiores. Ou que é algo que custa demais e que eles não podem se dar a este luxo. Não é assim.

A Reputação Corporativa é um pré-requisito para que as empresas operem. É, em várias situações, o elemento determinante para a decisão de compra do consumidor, o que difere o produto A de seu concorrente B. E a Reputação deveria ser uma preocupação das empresas de todos os portes e setores.

A Reputação de uma empresa se dá de acordo com como as pessoas percebem os seus produtos e serviços, seus modelos de gestão, o impacto ao meio ambiente e à sociedade, as relações com os funcionários e fornecedores e todos os aspectos diretamente ligados às operações da empresa. Uma pequena parcela das informações sobre estes aspectos chegam às pessoas de modo direto, fornecidas institucionalmente pela empresa. Na maioria das situações, as informações que baseiam a percepção que as pessoas têm acerca de uma empresa chegam a elas por fontes não institucionais, como a mídia, as experiências de amigos, os relatos de funcionários, etc. No caso das empresas de pequeno porte, esta dependência dos relatos de amigos e funcionários é ainda maior, pois elas não têm o mesmo alcance de mídia que as empresas de grande porte, ao mesmo tempo em que não se dedicam a ter uma narrativa institucional consolidada. E os amigos só falarão bem de lugares em que forem bem atendidos. Desta verdade não há como fugir, é preciso investir em um bom atendimento.

Neste contexto de dependência, é importante que as empresas (e também as de pequeno porte), se preocupem em oferecer elementos e dados para alimentar a construção da percepção positiva de suas marcas pelas pessoas. Um bom treinamento de funcionários focado na importância da construção de uma boa reputação não é caro como um anúncio publicitário e traz resultados concretos para as empresas de pequeno porte. Um planejamento de comunicação dá o direcionamento de como a empresa deve se comunicar, quais são os pontos que devem ser ressaltados e quais são os pontos que precisam de atenção redobrada por parte dos gestores para que a reputação da empresa não vá para o lixo. Mostra também quais são os canais de comunicação mais adequados para o alcance dos seus públicos de interesse. Rodas de diálogos mostram os problemas escondidos embaixo do tapete e como eles podem ser resolvidos da melhor maneira. Todas estas alternativas estão disponíveis para empresas de pequeno porte. Basta que elas as procurem.

Artigo publicado primeiramente no site da Aberje, em 14/01/2015.

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OFICINA DE INTRODUÇÃO AO GERENCIAMENTO DE REPUTAÇÃO 28/03/2015

A diretora da Makemake, Tatiana Maia Lins, ministrará uma Oficina de Introdução ao Gerenciamento de Reputação Corporativa, próximo dia 28 de março de 2015, no Campus de Botafogo da FACHA.

Este curso visa apresentar aos profissionais de comunicação ferramentas e métodos para o gerenciamento de Reputação Corporativa, assim como fazê-los refletir sobre aspectos que impactam na reputação das empresas. São objetivos específicos:

  • Conhecer os fundamentos teóricos da Reputação Corporativa
  • Debater a diferença entre Imagem e Reputação
  • Debater a importância da Reputação Corporativa para empresas de todos os portes e setores, não apenas restringindo-se às empresas de grande porte.
  • Discutir e entender como a Reputação Corporativa é formada.
  • Mostrar os benefícios de se ter lastro reputacional em momentos de crise.
  • Debater ações realizadas pelas empresas em defesa de suas reputações.
  • Apresentar algumas ferramentas e possibilidades de gerenciamento de reputação disponíveis no mercado.
  • Elaboração de exercício abordando os aspectos apresentados em sala de aula.

Público-alvo:

Estudantes e profissionais das áreas de comunicação de empresas de todos os portes e setores que tenham interesse no tema e que desejam aprofundamento e capacitação.

Carga horária:

8h/aula, um dia integral.

Valores:

R$ 400,00

R$ 320,00 ex-aluno ou aluno FACHA

Local:

Faculdades Integradas Hélio Alonso (FACHA), Campus Botafogo.

Rua Muniz Barreto, 51, Botafogo, Rio de Janeiro.

Instrutora:

Tatiana Maia Lins é consultora em Reputação Corporativa e fundadora da Makemake Comunicação e Planejamento. Tatiana desenvolveu um método de diagnóstico de imagem corporativa baseado em Análise de Discurso e Semiótica que permite que as empresas descubram os gaps entre a imagem percebida e o posicionamento pretendido. Deste modo, os pontos sensíveis são trabalhados de maneira mais focada e o posicionamento desejado é mais rapidamente alcançado. Estudiosa da Comunicação Corporativa, Tatiana é colunista da Aberje e já apresentou trabalhos em conferências internacionais nos EUA e na Itália.

Inscrições e outras informações:

Na página do curso no site da Facha ou pelo e-mail makemake@makemake.com.br.

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REPUTAÇÃO E FORTALECIMENTO DA IDENTIDADE CORPORATIVA

Pode parecer óbvio o que vou dizer, mas, muitas vezes, o óbvio não é posto em prática nas organizações. Pois bem, não há como pensar em proteger a reputação de uma empresa sem antes fazer um trabalho de fortalecimento de sua identidade corporativa.

Não, não estou falando em mudar logos e modernizar papelaria. Estou falando em fazer com que todos os funcionários saibam REALMENTE qual a missão, qual a visão e quais os valores da empresa. Em outras palavras, que todos os funcionários saibam por que a empresa existe e por que eles trabalham todos os dias.

Esta não é uma tarefa fácil. Há empresas que sequer têm estas questões definidas. A identidade corporativa, porém, vai além da definição de missão, visão e valores. Ela dita ou reflete a cultura da empresa, o modo como as relações se estabelecem e como são feitas as premiações e punições, quando necessárias. É no cerne da cultura corporativa que a reputação dela se encontra. Por isso é tão importante ter consciência do que é a empresa, suas virtudes, fraquezas, valores e missão.

Para ajudar as empresas que estão no estágio de definição e conhecimento de sua identidade corporativa, deixo as seguintes questões:

  • O que a esta empresa faz de diferente dos concorrentes?
  • Por que os consumidores escolhem a esta empresa entre os seus concorrentes?
  • Por que esta empresa existe?
  • O que move esta empresa?
  • Como esta empresa se vê daqui a vinte anos?

Uma vez feito o fortalecimento da identidade corporativa, a empresa pode almejar trabalhar elementos e discursos com os demais públicos para a construção e a manutenção de uma boa reputação. Ela estará consciente de seu papel para a sociedade, do que a move e do que pode ou não abrir mão em diálogos com osstakeholders. Antes disso, ela vai enxugar gelo, pois o os telhados de vidro são sempre mais percebidos pelos outros do que internamente. E não há piedade no mundo dos negócios, que está cada vez mais comoditizado.

Artigo originalmente publicado pelo site da Aberje em 18/11/2014.

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QUE SACRIFÍCIO A SUA MARCA VAI FAZER PARA FICAR BEM NA FITA?

O relatório de tendências da Trendwatching deste mês trouxe uma pergunta pra lá de instigante para o ano de 2015. Ele pergunta qual sacrifício as marcas irão fazer para agradar aos consumidores que estão em busca de um consumo sem culpa. Segundo o relatório, os consumidores querem um mundo melhor, mas nem todos estão dispostos a fazer sacrifícios pessoais para que o mundo melhore. Portanto, querem que as marcas façam os sacrifícios por eles. E, apesar do crescimento das iniciativas de responsabilidade social por parte das empresas, o ceticismo dos consumidores também aumenta. Cada vez mais críticos, os consumidores conseguem já distinguir o greenwashing da realidade e esperam que as empresas saiam do plano do discurso para o plano das ações para agracia-las com o seu respeito.

O relatório mostra alguns exemplos de marcas que estão fazendo sacrifícios para um mundo melhor. Nos Estados Unidos, a rede de farmácias CVS deixou de vender produtos com tabaco e seus derivados, alegando que vender cigarro ia contra o papel da empresa de ser uma empresa de saúde. A marca também lançou uma campanha nas redes sociais para estimular que as pessoas parem de fumar com a #OneGoodReason (#UmaBoaRazão), rebatizando o nome da companhia para CVS Health (CVS Saúde).

Também nos Estados Unidos, a cadeia de sanduíches Subway prometeu tirar um conservante de seus pães cujo uso é aprovado pelas USDA e FDA, mas cujo uso é proibido na Europa, após uma petição pública que arrecadou mais de 600 mil assinaturas em uma semana, pedindo a sua retirada.

Na Inglaterra, a rede de supermercados Tesco tirou os doces de perto dos caixas de pagamento, para que as pessoas façam escolhas de compras mais conscientes e saudáveis, em vez de comprar doces por impulso.

A marca de cerveja Guinness, maior patrocinadora da parada de Saint Patrick Day em Nova Iorque, retirou o seu patrocínio à festa, que aconteceu em março de 2014, porque os casais gays foram proibidos de desfilar segurando bandeiras com identificações LGBT. Em setembro, a parada anunciou que em 2015 todos poderiam desfilar com suas bandeiras.

Esses exemplos mostram a força que todos os participantes de uma cadeia de negócios possuem para mudar a realidade, com seu poder de influência, barganha e negociação. Exemplos que chamam as empresas para a ação, para um papel de ativista de uma causa escolhida. As perguntas que eu deixo hoje são:

  • O que os seus stakeholders percebem como valor?
  • Qual causa a sua empresa escolhe abraçar?
  • O que a sua empresa estaria disposta a cortar na própria pele para um mundo melhor?

Um beijo, boa reflexão e até mais!

Artigo originalmente publicado pelo site da Aberje, em 06/10/2014.

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CANSEI DE COMUNICAÇÃO. AGORA VOU TRABALHAR COM…

“São tempos difíceis”, disse minha inspiradora no mundo da comunicação corporativa e super-referência no mercado, com mais de 30 anos de experiência. “As empresas estão sem dinheiro, as equipes cada vez mais enxutas e com mais trabalho”, continuou.

“Não sei mais o que faço. Não consigo enviar um orçamento sem que o possível cliente barganhe preço. Já tentei até fazer uma tabela majorada para poder dar o desconto que sempre pedem e ficar no preço justo para mim, mas quando tentei isso, as propostas ficaram sem resposta. Tenho que deixar os preços na tabela que seria o preço justo e convencer as pessoas que não tenho como trabalhar por menos do que estou cobrando”, disse um amigo que é ótimo fotógrafo.

“Ai, não me imagino mais cinco anos fazendo o que faço. Já estou casca grossa em contornar conflitos, mas preciso usar os meus talentos para fazer algo que me dê mais prazer. A energia está muito pesada”, disse outro amigo, finalista de um Prêmio Aberjena categoria Gestão de Crises.

“Desculpa, não consegui ir à festa. Chega sábado e domingo, eu não consigo sair da cama, só quero dormir”, disse mais um amigo, professor da área e executivo de comunicação, que perde horas por dia em deslocamento, ao se desculpar por não ter ido ao aniversário de um ano do meu filho.

“Não aguento mais essa rotina. Tá fogo! Estou tão sem tempo e exausta que não consigo nem sentar para enviar currículos para tentar outras vagas. Quero pedir demissão para estudar para concurso, para ter hora de entrar e de sair. Fulana (outra amiga nossa, e vencedora de um Prêmio Aberje em Comunicação Interna) me chamou para a gente abrir um negócio e eu disse a ela que adoraria ter um negócio próprio, mas só se fosse uma loja de roupas (risos), pois Comunicação é uma furada”, disse uma amiga, gerente de comunicação que só consegue ver a filha de dois anos durante dez minutos por dia durante a semana, quando a criança acorda, antes de ela sair para o trabalho, pois quando volta ela já está dormindo.

Não é exagero. Ouvi todos esses relatos em um espaço de tempo de menos de um mês. Com quase 15 anos de formada, já tive colegas de comunicação que viraram, entre as funções que me lembro de imediato: dono de posto de gasolina, professor de idiomas, funcionário administrativo de um hospital, representante comercial, dona de loja de sabonete e, o caso mais recente, florista para decoração de casamentos. Os depoimentos acima, colhidos em conversas cotidianas, apontam algumas das razões para a descrença com a carreira no mundo da Comunicação Corporativa. E os estou usando para que possamos pensar sobre o que estamos fazendo com o nosso mercado e com as nossas vidas.

Nós, agências, estamos nos canibalizando em concorrências, jogando os nossos preços no chão, quase pedindo para trabalhar de graça. Nós, contratantes, estamos sugando até a alma de nossos funcionários, com trabalhos muitas vezes sem importância, por falta de (ou por desvio do) planejamento estratégico e de objetivos concretos a serem perseguidos. Nós, funcionários, estamos esquecendo os nossos laços afetivos com familiares e amigos por estarmos na corrida de ratos do mundo corporativo. Estamos no modo automático. Todo mundo junto e misturado, exercendo mais de um papel nesta ciranda de maluco. Será que estes comportamentos são justos e saudáveis? É isto o que queremos para as nossas vidas?

Muitos já disseram não e foram em busca de relações mais equilibradas. Disseram “cansei de comunicação e agora vou trabalhar com…”. Outros reinventaram as vidas dentro da comunicação, seja como professores universitários ou como consultores. E tantos outros ainda procuram respostas para as suas inquietações.

Em qual lado você está? Como o mercado da Comunicação Corporativa tem tratado você? E como você o trata?

Artigo originalmente publicado pelo site da Aberje, em 04/08/2014.

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O QUE O SILÊNCIO ORGANIZACIONAL TEM A NOS DIZER

“O silêncio organizacional é um dos maiores riscos para a reputação de uma empresa. Uma empresa calada, muitas vezes, é uma empresa apática. Uma organização onde as pessoas não se importam com o que fazem ou que acham que não vale a pena manifestar as suas opiniões, sugestões, inquietações e reclamações porque simplesmente não serão ouvidas. “Se não vale a pena falar, melhor ficar calado” é a maior razão para o silêncio, e não o medo de ser punido caso fale algo indesejado, segundo diversos estudos internacionais.

E pior: o silêncio atinge a todos, independente de gênero ou cargo. Uma pesquisa publicada pela Harvard Business Review Brasil, de junho de 2010, não descobriu diferenças estatísticas entre trabalhadores de sexo, grau de instrução ou nível de renda no que tange à probabilidade de calar por medo ou por achar que falar não servirá de nada. Quase a metade dos 439 entrevistados diz o que pensa em certas ocasiões, mas também guarda para si a própria opinião quando acha que não tem nada a ganhar – ou tem algo a perder – por dizer o que realmente sente. Um quarto deles nunca abre o jogo sobre problemas rotineiros e oportunidades de aprimoramento porque seria perda de tempo. E apenas 20% não abre o jogo por medo das consequências.

A bibliografia aponta que o silêncio organizacional acontece quando os gestores não aceitam ou não reagem bem a feedbacks negativos, quando os gestores acham que sabem de tudo e quando a tomada de decisões é muito centralizada. O silêncio organizacional pode impactar na tomada de decisões, na mudança de processos, no alinhamento estratégico e, no final da cadeia, no que a empresa oferece à sociedade.

Sendo assim, o silêncio tem muito a nos falar. Quem cala nem sempre consente. O silêncio é a ponta do iceberg para vários problemas que podem destruir a reputação de uma empresa da noite para o dia. Um monstro que não deve ser alimentado.

Não pague para ver o monstro devorar a empresa em que você trabalha. Desarme-se de preconceitos e abra-se ao diálogo com todos os seus públicos, principalmente com o seu público interno. Ninguém conhece melhor a empresa, seus defeitos e virtudes, do que quem lida com ela todos os dias.”

Artigo publicado com algumas alterações pelo site da Aberje em 01/07/2014 e pelo LinkedIn em 30/07/2014.

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CRIAÇÃO, CURADORIA, CONEXÃO E CULTURA SUBSTITUEM OS 4P’S?

“A atualização do vídeo Socialnomics deste ano traz uma “bomba”. Ele afirma que os 4P’s do marketing: “produto, preço, praça e promoção”, foram substituídos por 4C’s das mídias sociais: “criação, curadoria, conexão e cultura”. Posso soar como uma velhinha que se prende ao passado para se sentir segura, mas achei essa afirmação um exagero no contexto atual. Veja o vídeo no link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=YV-3ZgLRnAc

A ideia é que, do mesmo jeito que nós não procuramos mais por notícias, pois as notícias chegam até nós pelas mídias sociais, em breve não mais procuraremos por produtos, eles chegarão até nós pelas mídias sociais. Até aí tudo bem. Os produtos e serviços já começaram a chegar até nós sem que os procuremos – seja por causa dos links patrocinados, seja por causa das atividades nas mídias sociais dos nossos amigos reais e virtuais.

A questão é que “criação, curadoria, conexão e cultura”, nesse sentido e no contexto atual, constituem uma maneira ampliada de pensar a promoção e o produto na grande praça on-line. A bomba não passou de um estalinho. A meu ver, até agora, mudaram a roupa da promoção, deram um nome mais moderno ao que era feito: engajamento, mas a essência ainda continua a mesma na grande maioria das empresas: promover seus produtos ou serviços ou promover a marca institucionalmente. Estou enganada?

Outro ponto controverso nesta afirmação da substituição dos 4P’s pelos 4C’s é que não há como acreditar que uma marca tem controle sobre a curadoria do que é dito sobre ela. O mundo não tem mais fronteiras e a revolução on-line não tem volta. Estamos juntos e misturados, ainda comendo “bananas enlatadas”, mas também vigiando discursos e fazendo denúncias. O discurso institucional e o discurso criado socialmente são confrontados diariamente, na construção da memória a ser visitada quando se trata da reputação de uma empresa.

De todo modo, para não dizerem que a velhinha de 35 anos aqui ficou apenas resmungando, aceito de peito aberto a ideia de que a promoção institucional como era feita antes está sendo substituída por uma nova maneira de pensar e planejar ações, mais pautada na tentativa de fortalecer relacionamentos e criar pontes. Mas ainda há um longo caminho a ser percorrido até que possamos dizer que os 4P’s do marketing não existem mais.”

Artigo originalmente publicado pelo site da Aberje.

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CURSO DE GERENCIAMENTO DE REPUTAÇÃO EM RECIFE

​O curso de Gerenciamento em Reputação Corporativa ministrado em Recife pela diretora da Makemake, Tatiana Maia Lins, no dia 28/03/2014 (foto acima), foi notícia nos seguintes veículos:

Jornal do Commercio – JC Negócios, 13/03/2014.

Globo Nordeste – Mercado no Ar, 17/03/2014.

Nós agradecemos o apoio e a divulgação.

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