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O GANHA-GANHA FICOU POUCO

“Coitada da empresa que, nos dias de hoje, ainda ousar dizer que está no mercado apenas para gerar valor para seus acionistas. Essa “função social” das empresas capitalistas descrita pelo Nobel de Economia está desgastada. E a razão é que ela é limitada. Trata-se de uma das facetas do Capitalismo, mas não a única.

Com a tomada de consciência da população e das empresas sobre a necessidade de que os negócios fossem realizados respeitando o meio ambiente e valores éticos entre as partes interessadas, surgiu a expressão “ganha-ganha”. O negócio, para ser bom, precisava não apenas gerar lucro para os acionistas, mas ser bom para a outra parte. Essa visão, apesar de mais atual, está, também, começando a ficar datada.

Isso porque hoje já se fala em negócios “ganha-ganha-ganha-ganha-ganha-ganha”. Sim, o “ganha” é repetido em uma sequência de seis vezes, também apelidada de “win6”. A primeira vez que tive contato com essa expressão foi pelos autores que defendem a teoria do “Capitalismo Consciente”, John Mackey e Raj Sisodia. De tão interessante (e lógica) resolvi compartilhar com vocês.

Nos negócios motivados por uma cadeia de seis “ganhas”, ganham os clientes, os empregados, os fornecedores, os investidores, a comunidade e o meio ambiente. Para quem é fluente em inglês, deixo a explicação da expressão direto da fonte, com o autor John Mackey:

https://www.youtube.com/watch?v=0oyErtheHkk

Tenho a impressão, ainda não confirmada, mas em vias de confirmação, de que as empresas que adotam essa postura em seus negócios conseguem gozar de uma boa reputação, pois minimizam os riscos reputacionais – mesmo que essa não seja uma prioridade para elas. Um negócio que é bom pra todos não é ruim para ninguém, não tem telhado de vidro.

De imediato, pode parecer difícil pôr em prática um negócio seguindo esse modelo. Mas não é impossível. Basta que as empresas tenham como um de seus valores o respeito ao próximo e ao meio ambiente.

Você conhece alguma empresa sob tal filosofia aqui no Brasil? Vamos fazer uma lista coletiva para destacar os bons exemplos?”

Artigo publicado originalmente no site da Aberje.

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Curso de Gerenciamento de Reputação em Recife

A Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom) realiza no dia 28 de março, na capital pernambucana, o Curso Intensivo de Gerenciamento de Reputação Corporativa. Conduzido pela consultora em reputação corporativa Tatiana Maia Lins, o treinamento é direcionado aos profissionais de comunicação interessados em conhecer ferramentas e métodos capazes de gerenciar a reputação empresarial.

Durante o curso, que será realizado entre 9h30 e 18h no Auditório do Sobrado Empresarial, em Recife, Tatiana vai apresentar as etapas que formam um diagnóstico de reputação, os benefícios de se ter lastro reputacional em momentos de crise, as possibilidades de gerenciamento de reputação existentes no mercado e vários outros temas para ajudar os participantes a identificarem os aspectos que podem impactar na reputação das empresas.

Fundadora da Makemake Comunicação e Planejamento e colunista da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), Tatiana é mestre em jornalismo Internacional pela University of Westminster, em Londres, tem MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ) e pós-graduação em Comunicação Integrada pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-RJ).

O método de diagnóstico de imagem corporativa baseado em Análise de Discurso e Semiótica desenvolvido por Tatiana permite às empresas descobrir os gaps entre a imagem percebida e o posicionamento pretendido. Seu trabalho já foi apresentado em conferências internacionais nos Estados Unidos e na Itália.

O investimento para participar do curso fica em R$ 370,00 para associados e R$ 530,00 para não associados. Um desconto de 10% será oferecido a partir da segunda inscrição. As vagas são limitadas.

Mais informações e inscrições pelo telefone (11) 3079-6839 ou

pelo endereço eletrônico eventos@abracom.org.br.

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Curso de Gerenciamento de Reputação Corporativa em Março 2014 / RJ

O Curso de Gerenciamento de Reputação Corporativa, ministrado pela diretora da Makemake, Tatiana Maia Lins, está com inscrições abertas para a turma de março de 2014 no Rio de Janeiro.

O curso visa apresentar aos profissionais de comunicação ferramentas e métodos para o Gerenciamento de Reputação Corporativa, assim como fazê-los refletir sobre aspectos que impactam na reputação das empresas.

Destinado a profissionais de instituições com e sem fins lucrativos, de todos os portes e setores, o curso pretende mostrar que o Gerenciamento de Reputação é necessário para toda e qualquer pessoa jurídica e que pode ser desempenhado sem mistérios.

As aulas acontecerão no campus de Botafogo da Facha, durante quatro sábados, das 8h30 às 14h, a partir de 15 de março de 2014.

As inscrições podem ser feitas no site da Facha.

Outras informações: makemake@makemake.com.br.

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A crise de valores e o fortalecimento da Reputação

Já virou clichê dizer que o mundo enfrenta uma crise de valores éticos e morais. Que o “ser” deu espaço ao “ter”. Que a humanidade não tem salvação. Apesar de clichê, é verdade que estamos vivendo em um mundo vazio de respeito ao próximo, de comprometimento e de solidariedade. E é verdade também que muitos de nós, incluindo a pessoa que vos escreve, cansamos deste mundo de aparências. Queremos vida real e mais contato com o outro.

As pessoas estão à procura da verdade. Querem marcas que tenham também as suas verdades, que saibam quais são os seus propósitos. Os brasileiros, mais que outros povos, apostam em relacionamentos com marcas. E, como relacionamento saudável, entende-se algo que seja bom para todas as partes. Cansamos de sermos explorados.

A cobrança da sociedade por produtos e serviços mais justos e honestos começou. E está pesada nas redes sociais, transparecendo a inquietação que as pessoas estão sentindo. O movimento Rio $urreal – NÃO PAGUE, por exemplo, teve tanta acolhida que, rapidamente, passou a receber exemplos vindos de outras cidades e Estados, que mostram um Brasil $urreal.

É neste contexto que as empresas que propagam valores se destacam e fortalecem as suas reputações. Não é necessário um investimento altíssimo em Comunicação. Um comportamento respeitoso com o consumidor e com os outros stakeholders, coerente com valores éticos e morais, vale mais do que muitas campanhas caras e vazias. Quando a empresa sabe a que veio e respeita os seus stakeholders, as crises são mais facilmente contornáveis.

Como está a empresa onde você trabalha neste cenário? Ela tem verdades? Sabe a que veio? Quais são os valores que ela propaga? Ela respeita os stakeholders? Se alguma das respostas for negativa, não desanime. Sempre há espaço para melhorar.

Veja o artigo original de Tatiana Maia Lins publicado no site da Aberje dia 05/02/2014.

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Comunicação Organizacional Verde: como fazer?

A maior preocupação das empresas (sérias) ao comunicar seus investimentos verdes é a de apresentar os dados de modo contextualizado, legítimo e robusto, para que não soe como greenwashing. O greenwashing acontece quando uma empresa explora ganchos “verdes” apenas para melhorar a sua imagem, mas não age de modo ambientalmente amigável. É o caso, por exemplo, das empresas que dizem possuir selos de certificação ambiental, mas não possuem. Ou das empresas que poluem monstruosamente os rios e depois fazem propaganda de que estão ajudando na reciclagem de papel.

Para ajudar as empresas em seus caminhos em busca da Sustentabilidade, aproveito o meu espaço para indicar um livro. Trata-se de Comunicação Organizacional Verde: Economia, Marketing Ambiental e Diálogo Social para a Sustentabilidade Corporativa, dos autores: Emmanoel Boff (economista), Nemézio Amaral Filho (jornalista) e Eduardo Murad (publicitário).

O livro ajuda as empresas a transformar os desafios trazidos pelas mudanças climáticas e a escassez de determinados recursos naturais em oportunidades de negócio. Nele, os autores sistematizaram e propuseram procedimentos ao mercado a partir de pesquisas e metodologias acadêmicas para que as empresas comuniquem adequadamente suas práticas sustentáveis. Tá tudo explicadinho, de modo didático e sem firulas.

Atualmente, é impossível pensar no gerenciamento de reputação corporativa sem levar em consideração as práticas sustentáveis da instituição e as brechas deixadas. Os consumidores, cada vez mais exigentes, estão aprendendo a checar a veracidade das informações veiculadas, e estão aprendendo a distinguir o marketing vazio da comunicação contextualizada. Quem acha que ainda pode empurrar a sujeira para debaixo do tapete está muito enganado. Isto posto, desejo, então, um 2014 sustentável, de muitos aprendizados para todos e sem greenwashing.

PS: Quem quiser acompanhar, os autores mantêm um blog que discute temas relacionados à Sustentabilidade e que indica onde o livro pode ser encontrado.

Veja o artigo original, publicado no site da Aberje em 09/01/2014.

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Curso de Gerenciamento de Reputação Corporativa em janeiro 2014

O Curso de Gerenciamento de Reputação Corporativa, ministrado pela diretora da Makemake, Tatiana Maia Lins, está com inscrições abertas para a turma com início em 13 de janeiro de 2014.

O curso visa apresentar aos profissionais de comunicação ferramentas e métodos para o Gerenciamento de Reputação Corporativa, assim como fazê-los refletir sobre aspectos que impactam na reputação das empresas.

Destinado a profissionais de instituições com e sem fins lucrativos, de todos os portes e setores, o curso pretende mostrar que o Gerenciamento de Reputação é necessário para toda e qualquer pessoa jurídica e que pode ser desempenhado sem mistérios.

As aulas acontecerão no campus de Botafogo da Facha, entre os dias 13 e 27 de janeiro de 2014, das 19h às 22h.

As inscrições podem ser feitas no site da Facha.

Entenda a importância do Gerenciamento de Reputação Corporativa no artigo: Gerenciamento de Reputação na Ordem do Dia.

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Naming Rights: cuidado para não patrocinar gato por lebre

A possibilidade de uma empresa nomear uma casa de espetáculos, um time esportivo ou um evento, por exemplo, é uma ótima oportunidade para que a empresa ganhe mídia espontânea e awareness entre os seus públicos de interesse. Mas, antes de fechar negócio, a empresa precisa se certificar de que o projeto em questão é realmente bom para todas as partes envolvidas. Parece óbvio, mas já vi empresa conceituada apostando em projetos extremamente “floreados” (para não dizer tecnicamente impossíveis de serem realizados), porque se deixou levar pela conversa empolgada do apresentador do projeto. Por outro lado, vi também projetos sérios e bem estruturados penando para conseguirem patrocínio porque os apresentadores não tinham acesso a grandes empresas.

Por enquanto, a empresa que caiu no conto do vigário ainda está colhendo frutos positivos do patrocínio ao tal projeto floreado, porém convive com o fantasma de uma “contabilidade criativa” do projeto patrocinado que pode a qualquer momento estourar e causar danos à sua reputação. E, por precaução, arrependimento e aprendizado, retirou a promessa de patrocínio que faria para um projeto do mesmo proponente em outra praça.

Não quero com o exemplo acima dizer que o patrocínio cultural ou esportivo deva ser evitado. Inclusive, acredito que o patrocínio seja uma forma maravilhosa de se aproximar de stakeholders de modo positivo e em uma situação em que as pessoas estão mais receptivas, além de ser uma opção para transformação social. Seja via leis de incentivo ou por investimentos diretos. Mas é preciso ter cuidado. Do mesmo modo em que as pessoas vão dizer que vão ao teatro com o nome da sua empresa, se o administrador do teatro não honrar os compromissos, as pessoas vão dizer que prestaram um trabalho para o teatro com o nome da sua empresa e não receberam o pagamento. Isso, na melhor das hipóteses, porque os problemas podem ser muito mais sérios.

Portanto, como tudo na vida, peço que você desconfie quando a promessa parecer boa demais, principalmente quando se tratar de um projeto que envolva naming rights. Cheque não apenas o CNPJ e o CPF dos proponentes, mas também peça para ter acesso à contabilidade e às entregas de projetos anteriores. Quem não tem nada a temer não colocará obstáculos para a liberação das informações. Veja quem são os sócios dos negócios anteriores, se há “laranjas” envolvidos, converse com funcionários que participaram de projetos anteriores. Fale com outros patrocinadores do proponente e pergunte por que a empresa não se interessou pelo projeto atual. Quando os projetos são bons para todas as partes as relações são duradouras. Se o proponente for novo na praça e vier com um projeto mega, reforce as suas dúvidas, peça para saber o que a pessoa fazia antes e qual a reputação dela. Afinal, quando é o nome da sua empresa que está em jogo, todo cuidado é pouco. Como disse Shakespeare em Otelo: “roube a minha carteira e você terá roubado lixo. Roube o meu nome e você me deixará realmente pobre”.

* Tatiana Maia Lins é consultora em Reputação Corporativa e diretora da Makemake Comunicação.

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Reputação das cidades brasileiras é baixa

Recentemente, o Reputation Institute divulgou o seu ranking sobre a reputação das cidades. Mais uma vez o Brasil não emplacou cidade alguma entre as top 50. Rio de Janeiro, apesar de todo o holofote trazido pelos jogos olímpicos, aparece na 64ª posição, três posições a menos do que em 2011. São Paulo está em 72º lugar, sete posições a menos do que em 2011. Sidney ficou em primeiro lugar na lista, Bagdá no último. Montevidéu é a cidade da América Latina com melhor reputação, aparecendo na 52ª posição.

O estudo mede a confiança geral, admiração, estima e bons sentimentos que o público mantém para com as cidades, bem como percepções em 13 diferentes atributos relativos à administração, economia e interesse que as cidades despertam nas pessoas. Não basta ser um polo turístico, cultural ou econômico, a cidade precisa fazer com que as pessoas se sintam seguras, precisa oferecer qualidade de vida, boas opções gastronômicas, precisa ter um governo que funcione. Fernando Prado, do Reputation Institute, lembra que as pessoas têm imagens de uma cidade em sua mente quando eles estão decidindo ir de férias, para viver ou trabalhar, ou para comprar produtos originados deste local. O modelo mostra que uma cidade que sabe como gerir eficazmente a sua reputação pode atrair mais turistas, maior investimento ou um fluxo maior de talento.

Rio e São Paulo aparecem atrás de cidades como Veneza, quinta posição, Edimburgo (7ª), Praga (30ª), Perth (36ª), Lisboa (40ª), Bali (50ª). Esta pesquisa, realizada entre janeiro e fevereiro com 22 mil pessoas dos países que formam o G8 (Estados Unidos, Canadá, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Rússia), mostra como a percepção das cidades brasileiras no mundo ainda é tão frágil. Mostra a necessidade das nossas cidades de fazer o dever de casa oferecendo melhores condições para seus residentes, para os turistas que as visitam e para os investidores; de reforçar e estreitar as relações com seus stakeholders, assim como que há ainda muito trabalho de comunicação a ser feito no fortalecimento das imagens de nossas cidades. Não basta que as pessoas saibam que no Brasil há uma cidade chamada Rio de Janeiro ou outra chamada São Paulo. As pessoas precisam de informações que levem a uma imagem positiva sobre as cidades para que a reputação seja boa. Numa época em que a insatisfação dos brasileiros com suas cidades está tão evidente, há um grande espaço para reflexão e mudança.

Vamos arregaçar as mangas e trabalhar!

Em tempo: os esforços com a marca Brasil estão gerando frutos. O Brasil encontra-se na 21ª posição no ranking dos países realizado pela mesma consultoria.

Artigo originalmente publicado pelo site da Aberje, em 06/11/2013.

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CURSO DE GERENCIAMENTO DE REPUTAÇÃO CORPORATIVA

A primeira turma do Curso de Extensão em Reputação Corporativa, a ser ministrado por Tatiana Maia Lins, diretora da Makemake, entre 19 de outubro e 23 de novembro de 2013, foi destaque na agenda dos portais Plurale e Nós da Comunicação.

A Makemake agradece o apoio.

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Curso de Gerenciamento de Reputação Corporativa

A primeira turma do Curso de Extensão em Reputação Corporativa, a ser ministrado por Tatiana Maia Lins, diretora da Makemake, entre 19 de outubro e 23 de novembro de 2013, foi destaque na agenda dos portais Plurale e Nós da Comunicação.

A Makemake agradece o apoio.

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