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COMUNIQUE SUA MARCA DE MODO PLANEJADO E CONSCIENTE

Em entrevista para o blog da Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ, a diretora da Makemake, Tatiana Maia Lins, lembrou que “as empresas só têm a ganhar quando decidem dialogar com os seus públicos de interesse. As críticas, muitas vezes, já trazem as soluções para os problemas existentes. Basta ter a sabedoria de escutá-las”.

Tatiana ressaltou também que “Tudo é Comunicação. Até a decisão de não investir nela comunica um significado para o mercado. Portanto, o melhor a fazer é comunicar as suas ações de modo planejado e consciente para não vulgarizar a marca.”

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As perguntas base para um bom Planejamento de Comunicação

No primeiro artigo do ano em sua coluna na Aberje, a diretora da Makemake, Tatiana Maia Lins, lista as perguntas que servem como base para um bom Planejamento Estratégico de Comunicação.

“O começo de um ano é um ótimo estímulo para tirar projetos interessantes da gaveta e/ou começar a mudar posicionamentos indesejados. Por isso, venho hoje com algumas perguntas que clamam sempre por atenção:

* Como está a comunicação da sua empresa?

* Como a sua empresa se comunica internamente? E com a sociedade? E com os consumidores? Com os reguladores? Com os concorrentes?

* Como a sua empresa se posiciona no mercado? Seus colaboradores conhecem os diferenciais da empresa em que trabalham em relação aos concorrentes?

* O que os consumidores acham dos produtos ou serviços gerados pela sua empresa? Quais são as resistências que eles têm à sua marca? Quais atributos são percebidos? Quais são ignorados?

* A cultura organizacional é saudável? Ou o clima é pesado, cheio de piadas desmotivacionais e desrespeito?

As respostas para as perguntas acima são a base para um bom Planejamento Estratégico de Comunicação. Como uma bússola, a guiar os navegantes. Um bom planejamento deve ter também metas claras em relação aos objetivos pretendidos e formas de aferição de resultados. Mas, sobretudo, deve ser posto em prática, monitorado, revisado, atualizado constantemente. De nada adianta ter um lindo plano se não este for posto em prática.

Sempre há o que melhorar.”

Veja o artigo na íntegra clicando aqui.

Para consultoria na elaboração de um Planejamento Estratégico de Comunicação, entre em contato conosco.

Será um prazer trocar ideias.

makemake@makemake.com.br

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Feliz 2013!

Arte: Cíntia de Sá.

Texto: Tatiana Maia Lins.

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Use seu IR para apoiar projetos culturais

Não são apenas as empresas que podem apoiar projetos culturais fazendo uso de seus impostos. Você pode doar 6% do seu Imposto de Renda Pessoa Física para projetos culturais aprovados na Lei Rouanet. Mas a doação precisa ser feita até o final do ano! Então, corra!

Se você não sabe como fazer, a Profaktus, empresa parceira da Makemake na área de projetos culturais, explica.

Basta entrar em contato com eles pelo Facebook ou pelo e-mail yara.haquim@profaktus.com.

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Tatiana Maia Lins: “conhecimento não compartilhado é latifúndio improdutivo”

Em seu segundo artigo publicado pela Aberje, a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, a sócia diretora da Makemake comparou o conhecimento que não é compartilhado a um latifúndio improdutivo – “um belo pedaço de terra que não gera riqueza, que não cumpre a sua função social”.

Eis um trecho do artigo da nossa Tatiana Maia Lins:

“Quantas vezes por dia tratamos o conhecimento como um latifúndio improdutivo? Vamos guardando o que sabemos em algum lugar da nossa memória, mas não compartilhamos com ninguém, não fazemos uso do conhecimento, não o colocamos para produzir e gerar renda? Conhecimento não compartilhado é sim um latifúndio improdutivo.

Garantir que não existam latifúndios improdutivos dentro das empresas deveria também ser visto como uma ação de Sustentabilidade. Compartilhar conhecimento de modo eficaz com a realidade de todos os “receptores das mensagens” – perdoem-me o termo tão antiquado – empodera as pessoas que antes estavam à margem do conhecimento e as eleva ao patamar de protagonistas de possíveis mudanças. Faz com que indivíduos que antes não sabiam o que fazer nem como fazer, passem a dar sugestões de melhorias de processos e sejam responsáveis por inovação.”

Leia o artigo na íntegra clicando aqui.

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Modelos de patrocínio para desenvolver o esporte nacional

A parceira da Makemake Yára Haquim (Profaktus), em um artigo publicado pelo Nós da Comunicação, definiu os perfis de patrocinador do esporte que as empresas podem assumir e como juntos estes perfis contribuem para o desenvolvimento do esporte nacional.

“(…) Independente de ser conservador, moderado ou agressivo, projetos sociais e de participação dentro dos esportes selecionados costumam ser valorizados pelas empresas. Os primeiros pelo impacto positivo que podem causar em afastar uma criança das ruas, por reduzir a criminalidade ou identificar novos talentos e os segundos por ter o nome atrelado à saúde e pela quantidade de pessoas atingidas (participantes; amigos e familiares que são informados do evento; e a população em geral, convidada a assistir ou competir).

Outro tipo de patrocinador é o que prefere investir em infraestrutura, seja de instalações desportivas (estádios, arenas, piscinas, pistas de atletismo etc) ou da própria cidade (manutenção de praças, reconstrução de calçadas, adoção de jardins etc). Este demonstra preocupação em construir algo duradouro e em manter seu nome presente nas ruas mesmo fora dos momentos de competição.

Nenhum destes perfis é mais ou menos importante do que os demais, cada um é responsável por uma parte do sistema. O imprescindível é que haja equilíbrio entre eles para que o esporte como um todo e outros aspectos atrelados a ele possam evoluir e trazer bons frutos para a nossa sociedade. (…)”

Leia o artigo na íntegra clicando aqui.

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TATIANA MAIA LINS ESTREIA COLUNA NA ABERJE

A nossa sócia-diretora Tatiana Maia Lins estreou nesta quarta-feira, dia 26 de setembro de 2012, uma coluna no site da Aberje, a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial.

O primeiro texto fala sobre como a Comunicação Estratégica pode aumentar a competitividade do Brasil.

Clique aqui para ter acesso à coluna.

“Mais Comunicação para maior competitividade

No último dia 07 de setembro, Dilma, em cadeia nacional, afirmou que aumentar a competitividade brasileira havia se tornado uma das metas do governo dela.

Disse a Presidenta: “o nosso (…) modelo de desenvolvimento tem se apoiado em três palavrinhas mágicas: estabilidade, crescimento e inclusão. Com elas, o Brasil tem conseguido crescer e, ao mesmo tempo, distribuir renda. (…) Para tornar nosso modelo mais vigoroso,(…) vamos, a partir de agora, incorporar uma nova palavra a este tripé. A palavra é COMPETITIVIDADE. Na verdade, é mais que uma nova palavra: é um novo conceito, uma nova atitude.”

Já era hora de falarmos em competitividade. Em pesquisas internacionais, o Brasil é sempre apontado como um país pouco competitivo, seja pela alta carga tributária, seja pela burocracia que ainda impera nessas bandas e deixa tudo mais difícil, mais moroso.

Eu aqui com os meus botões fiquei pensando que será muito mais difícil ter o aumento da competitividade das empresas brasileiras e do país como um todo sem investimento em Comunicação. Comunicação com C maiúsculo, Comunicação Estratégica. Com mais e melhor Comunicação podemos ter maiorcooperação em vez de competição interna e, com isso, poderemos ser mais competitivos no que realmente importa. Isso acontece porque a comunicação estreita laços, compartilha ideais e faz sonhar em conjunto. Deste modo, arestas são aparadas e grupos passam a trabalhar para alcançar um objetivo comum.

Além disso, o investimento em Comunicação Estratégica fortalece a reputação das empresas, promovendo um efeito em cadeia, pois:

• Melhora a imagem junto aos consumidores, o que leva a um maior volume de vendas. Segundo dados da pesquisa global Reputation Pulse, do Reputation Institute, um aumento de cinco pontos na reputação de uma empresa leva a um aumento de 7% nas recomendações que ela recebe.

• Melhora a relação com os bancos e demais fornecedores, pois aumenta o crédito.

• Boa Comunicação faz com que as empresas consigam reter mais os seus talentos e, de quebra, gastem menos com recrutamento e treinamento de novos funcionários.

• Abre o leque de oportunidades para a criação de parcerias que garantam melhores negociações internacionais.

• Permite maior senso de pertencimento e empoderamento, assim como maiores possibilidades de engajamento.

• E contribui para aumentar o valor de mercado das empresas.

Não estou defendendo que a Comunicação Estratégica seja uma varinha de condão. Não é isso. Investir em Comunicação sem investir na melhoria de processos é criar um telhado de vidro, que qualquer pedra o quebra. Mas concordo com Nádia Rebouças, que defende que a Comunicação é uma ferramenta para TRANSFORMAÇÃO. E, por que não a usamos para deixar o nosso país mais competitivo? Espaço há.”

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Livro oficial dos 110 anos do Fluminense

Foi lançado no dia 30 de agosto de 2012, no Salão Nobre do clube, o livro “Fluminense, 110 jogos inesquecíveis – Guerreiros desde 1902”, que contou com projeto gráfico assinado pelo nosso Marcus Vinicius Pinheiro.

O lançamento foi possível graças ao engajamento de torcedores no primeiro crowdfunding (financiamento coletivo) promovido pelo clube. O valor arrecadado foi de R$ 206.378,00 e superou a meta em 187%, marcando um recorde brasileiro em ações dessa natureza. O coquetel foi fechado e exclusivo para os cerca de 1.500 tricolores que contribuíram a partir de R$ 110 para viabilizar a produção do livro, um dos projetos que mais tivemos orgulho de participar até o momento, pelo envolvimento da torcida.

O evento contou com a presença de ex-jogadores e atletas do atual elenco, que fazem parte da história gloriosa do Fluminense como Romerito, Assis, Marcão, Aldo, Manfrini, Washington “Coração Valente”, Jair Santana, entre outros. Durante o coquetel, foram exibidos vídeos com jogos históricos do Fluminense, retratados no livro.

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MAKEMAKE E PARCEIROS NO PORTAL HSM – Empresas estrangeiras: como atuar no Brasil

O renomado Portal HSM publicou um artigo sobre como as empresas estrangeiras devem atuar no Brasil, que trouxe dicas e comentários de Tatiana Maia Lins, fundadora da Makemake, e dos parceiros Marcelo Silva Ramos, da Póntos Consultoria e Pesquisa, e Denise Coronha Lima, da Rio Total Consultoria Intercultural.

“Empresas estrangeiras: como atuar no Brasil

Ser global, pensando e agindo localmente. É nisso que companhias de outros países devem pensar para ter sucesso por aqui O desempenho de empresas estrangeiras que se instalam no Brasil está essencialmente associado a questões de ordem comportamental. Afinal, ter um modelo de negócio bem-sucedido em outros países não é garantia de sucesso quando se explora um novo mercado, que traz consigo, invariavelmente, uma série de particularidades culturais, sociais e econômicas.

De acordo com Denise Coronha Lima, especialista em interculturalismo e fundadora da Rio Total Consultoria, uma das principais barreiras de sucesso das empresas que querem ser globais é ignorar a força da cultura local. “Por mais forte que seja a cultura corporativa, no momento em que ela começa a trabalhar com e para brasileiros, uma nova ordem de comportamentos e prioridades entra em cena, com reflexos nas áreas técnica e financeira. Por isso, o planejamento de comunicação não pode ser subestimado. Na verdade, ele é tão importante quanto o planejamento financeiro e comercial”, pontua.

Há quem acredite que a matriz estrangeira tem a palavra final quanto à estrutura, os sistemas e à estratégia do negócio, e que apenas os elementos que envolvem pessoas, habilidades e valores seriam vulneráveis à cultura local. No entanto, na avaliação de Denise, todos os elementos podem sofrer influência dos modelos mentais, crenças e ideais subjacentes do Brasil. “Como consequência, as empresas precisam gerenciar suas diferentes personalidades, dentro e fora do Brasil”, simplifica.

Como os regionalismos e também as variações de gênero, geração e classe social precisam ser consideradas, as organizações internacionais precisam entender o momento que o Brasil está vivendo. Muitas mudanças ocorreram na sociedade e cultura brasileira nos últimos 60 anos, segundo o antropólogo Marcelo Silva Ramos.

Essas mudanças produzem reflexos indiscutíveis de flexibilização e pluralização dos perfis de consumidores. Mesmo na nova classe média brasileira – conceito que parece tornar homogêneo, por meio de uma perspectiva exclusivamente econômica, um conjunto bastante diverso e desigual de pessoas – há uma grande variação de perfis de consumidores, tanto pela elástica faixa de renda, quanto pelas diferenças de nível de escolaridade, local de moradia, etc.

Segundo Ramos, além do consumo aspiracional de uma marca estrangeira, existem outros aspectos que impulsionam os consumidores. “Há uma valorização da vivência mais feliz e prazerosa do cotidiano, das possibilidades de interação e compartilhamento e da autenticidade ou daquilo que caracteriza um local, que podem ser tomados como drivers estratégicos de projetos que buscam identidade com diferentes culturas de consumo e de consumidores brasileiros atuais”, avalia.

O país de origem não importa

Durante a 16ª Conferência do Reputation Institute, em Milão, Tatiana Maia Lins, consultora em Comunicação Corporativa e Reputação apresentou uma pesquisa – em conjunto com a Póntos Pesquisa e Consultoria – que avaliou uma marca estrangeira com boa reputação no Brasil: a empresa M.A.C Cosméticos. Por meio de análise do discurso na internet, visitas às lojas e entrevistas com clientes, blogueiros e maquiadores, o estudo identificou algumas percepções sobre o perfil do consumidor brasileiro em relação a marcas consolidadas internacionalmente e que se estabeleceram no Brasil.

Para a consultora, a conclusão mais surpreendente é que o brasileiro não valoriza muito o país de origem das marcas globais, uma vez que eles buscam mesmo a qualidade. “Para eles não importa de se a M.A.C é canadense, americana ou europeia. O importante é que os produtos sigam um padrão global de alta qualidade”, comenta Tatiana, fundadora da Makemake Comunicação & Planejamento.

10 dicas para sucesso no mercado brasileiro

Os resultados da pesquisa foram sintetizados em 10 dicas sobre como as empresas estrangeiras devem agir para construir uma boa reputação no Brasil. Tatiana dá um exemplo para cada uma delas:

1. Estabeleça vínculos A JAC Motors acertou quando preferiu contratar Faustão como seu garoto-propaganda em vez de contratar George Clooney, já que a intenção é massificar um fabricante de carros chinês.

2. Seja social e digital A Red Bull aposta em patrocínio de grandes eventos esportivos. O terceiro país no mundo a receber uma loja nacional online para venda de produtos exclusivos e originais foi o Brasil. Antes só havia esta loja nos EUA, maior consumidor de Red Bull, e na Áustria, berço da marca. Isso é uma prova de que a marca procura estar próxima ao consumidor brasileiro, de modo alinhado com a sua estratégia global.

3. Seja criativo e positivo A campanha “Keep Walking, Brasil”, de Johnny Walker, foi o discurso correto, no timing perfeito. A Coca-Cola também é referência em discurso criativo e positivo. A campanha “Os bons são maioria” reflete isso.

4. Não espere o mesmo comportamento do consumidor internacional Um batom M.A.C em Nova Iorque custa cerca de Us$ 15. No Brasil custa cerca de R$ 80. Não dá para esperar que a brasileira vá a uma loja M.A.C no Brasil e compre o mesmo volume de itens que ela compra quando está em Nova Iorque.

5. Ofereça uma boa experiência de compra A M.A.C é o grande exemplo. Ela tem o “vendedor-artista” que ensina como usar os produtos e que estabelece vínculos com os consumidores.

6. Relacione-se bem com os brasileiros no exterior Em Miami e Nova Iorque, principais destinos de compras dos brasileiros, é comum entrar em lojas Prada, Burberry ou Louis Vuitton e encontrar uma atendente brasileira.

7. Desarme-se de estereótipos A Levi´s tem um bom exemplo de respeito à diversidade com a linha de calças de diferentes formatos e cortes.

8. Invista em qualidade A JAC Motors contornou a desconfiança dos brasileiros em carros chineses oferecendo seis anos de garantia de fábrica, diferenciando-se dos concorrentes.

9. Sustentabilidade é um adicional A Starbucks é um exemplo de empresa que constrói a sua comunicação usando a sustentabilidade como um adicional, usando copos recicláveis. Mas, atenção: as pessoas não compram Starbucks porque ela recicla copos, mas podem deixar de comprar Zara porque ela teve envolvimento com trabalho escravo na cadeia de fornecedores.

10. Reputação é construída pelos clientes e embaixadores O Banco Real é um exemplo de empresa que viu sua reputação ser construída por clientes e embaixadores. Muitos clientes do Banco Real eram verdadeiros embaixadores da marca. ”

Portal HSM 07/08/2012

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Juntos somos infinitos

https://www.youtube.com/watch?v=pdStj4D28vY

Há tempos um trecho de uma música de Vinicius não sai da minha cabeça. Ele diz: “a vida não é brincadeira, amigo. A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida”.

Esta é uma verdade, verdadeira. São os encontros que nos fortalecem, que nos fazem plural em vez de singular. Que nos dão voz e nos ajudam a realizar sonhos. Encontros de almas, de propósitos, de ideais.

A Makemake tem como uma das premissas estratégicas básicas a construção de parcerias. Parcerias que devem ser pautadas, sobretudo, em respeito e cooperação. Hoje contamos com cinco parceiros institucionais: a Profaktus para viabilização de projetos; a 3Com com soluções em Comunicação; o LITERATO para Provocação Cultural; a Póntos para Pesquisas de Mercado e a Rio Total para crosscultural orientation no nosso pacote de serviços “Coming to Brazil”, focado em empresas estrangeiras que queiram atuar no Brasil.

Estamos costurando também mais uma parceria com uma empresa de comunicação, com sede em São Paulo. Mas a nossa ponte com São Paulo será notícia para um novo post, aguardem alguns dias!

Com todos esses parceiros, podemos oferecer mais do que as agências tradicionais oferecem. Oferecemos serviços em comunicação e planejamento estratégico mais completos e complementares. Serviços com visão sistêmica e que ajudam os nossos clientes a irem mais longe. Porque sozinhos somos quase nada, mas juntos somos infinitos!

Obrigada a todos os nossos parceiros e Feliz Dia do Amigo!

Tatiana Maia Lins, sócia diretora da Makemake Comunicação & Planejamento.

PS: Se você acha que sua empresa e a Makemake podem atuar em alguma parceria, fale conosco! Quem sabe dá samba?

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