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A Makemake, por meio da Revista da Reputação, convoca representantes de todos os setores da sociedade para debater a reputação do Brasil, dos produtos brasileiros e do Rio de Janeiro e juntos construirmos um plano estratégico visando a retomada da confiança no país e um posicionamento internacional positivo a longo prazo.
O quê: Seminário “Reputação Brasil >> Caminhos para o Amanhã”
Paulo Erlich, um dos raros formadores de mentores do país, estará no Rio de Janeiro entre os dias 19 e 21 de outubro de 2017 para a segunda turma carioca de sua já consagrada formação em mentoring.
Consagrada porque a segunda turma carioca será a 30ª turma de mentores formada por Paulo. E além do Brasil, o consultor tem levado o seu treinamento para Portugal, onde já formou turmas em Lisboa e em Braga.
Mentoring, para quem não sabe, é uma metodologia para o desenvolvimento de pessoas baseada no compartilhamento de saber através de um relacionamento. A ideia é unir alguém com experiência e conhecimento em determinado assunto (o mentor) com outra pessoa que esteja interessada em se aprimorar nessa mesma área (o mentorado). Este processo de desenvolvimento, que tradicionalmente acontece entre as pessoas de modo informal, é um campo de estudo estruturado. E quando implantado de modo profissional alcança resultados transformadores.
No treinamento de três dias, Paulo Erlich apresenta às pessoas interessadas em se tornarem mentores ferramentas para a aplicação de um processo de mentoring profissional – atrelado a metas e objetivos claros – assim como desenvolve habilidades de escuta e de foco, tão essenciais para o sucesso da comunicação interpessoal.
As áreas de aplicação de processos de mentoria mais comuns são nas organizações, na vida acadêmica e na área social, neste caso, como suporte a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Porém, o mentoring pode ser aplicado em qualquer contexto. Paulo Erlich cita exemplos de mentoria aplicada ao desenvolvimento de lideranças religiosas, para desenvolvimento de novos magistrados, para reabilitação de ex-presidiários, para impulsionar a carreira de mulheres à alta gestão e para a prática de atividades físicas e relacionadas à saúde e bem-estar.
A profissional de marketing Fabíola Palo participou da primeira turma da formação em mentoring com Paulo Erlich que aconteceu em dezembro de 2016. Ela deixou o seguinte depoimento: “Amei o Curso de Mentoring. Informações e trocas valiosas para o meu desenvolvimento pessoal e profissional. O Paulo é sensacional! Sua simplicidade, história de vida, facilidade de transmitir o conteúdo, clareza e carinho foram temperos essenciais para um curso de sucesso.”
A consultora em Reputação Corporativa Tatiana Maia Lins também participou da primeira turma da formação em mentoring no Rio de Janeiro e gostou tanto que está trazendo, em parceria com o instrutor, a segunda turma para a cidade. “Já fiz muitos cursos e atualmente é difícil me surpreender com algum treinamento porque o que temos visto em geral são programas bastante superficiais, em que os instrutores não entregam o “pulo do gato” com medo de perderem espaço no mercado. A formação de mentores de Paulo Erlich, ao contrário, me surpreendeu. Paulo responde às expectativas de aprofundamento dos alunos e sua metodologia de planejamento de ações é diferente de tudo o que eu já tinha visto e pode ser aplicada em qualquer situação”, afirma Tatiana.
O treinamento é direcionado para profissionais de recursos humanos, coaching, comunicação, marketing, consultores empresariais, gestores em geral e qualquer pessoa que queira compartilhar a expertise que tenha em qualquer área, inclusive atuando profissionalmente no mercado. Todos os participantes recebem certificados.
Na próxima quinta-feira, dia 24 de novembro de 2016, o Rio de Janeiro recebe o evento “ABA Marketing in Rio – Conexão, experiência e reputação: do ponto de contato ao ponto de apoio”. O evento acontecerá no auditório do edifício Senado, da Petrobras, das 8h30 às 12h30. A consultora em Reputação Corporativa, diretora da Makemake e editora da Revista da Reputação, Tatiana Maia Lins, participará do evento como mediadora do painel de número 3, em que o sócio diretor do Reputation Institute no Brasil, Marcus Dias, apresentará o tema “Reputação, uma tarefa além do marketing?”. Completa a mediação deste painel o representante executivo da ABA no Rio de Janeiro, Marco Simões. Esperamos vocês!
Abaixo a programação completa do evento e demais informações para inscrições:
Programa ABA Marketing in Rio – Conexão, Experiência e Reputação: do ponto de contato ao ponto de apoio, dia 24/11/2016.
08h30/09h – Credenciamento e Welcome Coffee
09h/09h10 – Abertura
Eric Albanese, Diretor de Comunicação e Marca da OI e Presidente da ABA – Capítulo Rio.
09h10/10h – Connecting in a mobile world
Uma abordagem ampla sobre a comunicação em dispositivos móveis, abrangendocapacidade de alcance, impacto, dinâmica mobile, modelos emergentes, funil de conversão (como funciona essa engrenagem) e as forma de mensuração e atribuição.
Stella Guillaumon, Diretora de vendas da AOL.
Moderador: Eduardo Barbato, VP de estratégia da Agência 3.
10h/11h – O impulso da Olimpíada para o mercado de live marketing
Gaetano Lops, CEO do Grupo de Ativação e Experiências Live GAEL.
Mário Andrada, Diretor Geral de Comunicação do Comitê Organizador – COB.
Debatedores:
– Flávio Machado, Sócio e VP de Criação da SRCOM.
– Celio Ashcar Junior, Chairman da Ampro e VP da Aktuellmix.
11h/11h30 – Coffee Break
11h30/12h10 – Reputação, uma tarefa além do marketing?
Marcus Dias, Sócio-Diretor da Reputation Institute Brasil.
Debatedores:
– Tatiana Maia Lins, Sócia da Consultoria Makemake e Editora da Revista da Reputação.
– Marco Simões, Representante Executivo da ABA – Capítulo Rio.
12h10 – Encerramento
Sandra Martinelli, Presidente Executiva da ABA.
Local:
Auditório Edifício Senado – nova sede da Petrobras.
Av. Henrique Valadares, 28, Torre A / 1º Subsolo – Auditório 01.
Inclusos:
Welcome Coffee, coffee-break e certificado de participação.
As apresentações autorizadas pelos palestrantes serão disponibilizadas após o evento no portal da ABA.
Com o tema “Gerenciando Crise, Construindo Reputação” evento teve debate qualificado
Ontem o Rio de Janeiro recebeu a décima edição do Congresso de Comunicação Empresarial Aberje, no Centro Cultural da Light. O tema deste ano foi “Gerenciando Crise, Construindo Reputação” e, sendo bem sincera, superou as minhas mais altas expectativas.
No painel de abertura, o professor de filosofia da USP Roberto Bolzani Filho nos mostrou como o conceito de crise já existe desde Platão, onde as palavras já eram usadas nas argumentações em busca da definição do que seria o certo, a verdade, e nas discussões políticas de modo a persuadir. A conclusão que deixou a todos em um grau de surpresa, como que se estivessem acabado de sair da “escuridão da caverna” foi de a “crise” não é um mal recente. Ela já existia desde os primórdios porque o que era tido como verdade mudava de acordo com as interpretações da maioria.
Paulo Henrique Soares, em sua mediação precisa (Paulo Henrique moderou os painéis da manhã e fez a abertura e o encerramento do evento), perguntou o que faria Platão se ele vivesse nos dias atuais. A resposta, ele tentaria fazer com que houvesse mais educação sobre a cidadania.
Roberto Bolzani Filho e Paulo Henrique Soares
No segundo painel, “Gerenciamento de Crise na prática”, Maurício Manzali, Gerente de Comunicação na Vale, mostrou como o programa #ValeConhecer fez com que as pessoas sentissem mais orgulho em trabalhar na Vale e conhecessem os ativos sociais da empresa, com os seus parques e demais projetos sociais. Um programa de portas abertas que não parou durante os momentos de pico de crise com a Samarco. Bem estruturado, o programa mostra visão de longo prazo na construção de reputação, ao identificar que não adianta falar para o público externo sobre as ações da empresa, se o público interno não as conhecer.
Luis Felipe Amaral, Gerente do Instituto e do Centro Cultural Light, também participou do segundo painel com o case da Dona Judith. Dona Judith é um personagem criado para abordar o problema da perda de energia com roubo (na Light, a energia roubada daria para abastecer o estado do Espirito Santo) e como economizar energia em casa. O mais surpreendente é que o “teatro da Dona Judith” é feito por um historiador e uma pedagoga que não são atores profissionais, mas funcionários terceirizados do Centro Cultural, que diante da falta de verba para realizar ações no espaço criaram eles mesmos uma alternativa. Case lindo, que apresenta a Dona Judith em um rapaz de barba e o seu filho Júnior e a técnica da Light no corpo de uma moça. O espetáculo poderia ser um pouquinho menor ou dividido em partes. Mas a criatividade e a pro atividade dos funcionários são de tirar o chapéu. Light, contrate logo esses terceirizados antes que alguma outra empresa os leve! A Dona Judith é um personagem tão rico que poderia ser desdobrado nas redes sociais e fazer belas ações de educomunicação.
Depois do almoço, houve o painel “O Papel da Comunicação no Gerenciamento de Crise e Construção de Reputação na Esfera Pública” (foto acima), com o consultor e pesquisador da FGV, ex ministro da secretaria de Comunicação Social Thomas Traumann, moderado por Tatiana Maia Lins – a pessoa que vos escreve – e que moderou os painéis da tarde. Um dos pontos altos do dia, ele abordou a dificuldade de realizar trabalhos de reputação no cenário em que vivemos, onde não há consenso de opiniões nos governos porque eles são formados por alianças de partidos, somada a dificuldade de atender as expectativas não apenas dos eleitores do governo, mas de todos os brasileiros. Ele também lembrou como a crise no governo Dilma se intensificou, a partir das manifestações de 2013.
O quarto painel teve a discussão sobre “Comunicação e Jurídico: parceria ou crise na gestão de crise?”, com Mônica Medina, Sócia Diretora da Diferencial e Paulo Almeida Lopes, sócio da Tauil & Chequer Advogados. Nele, Mônica apresentou a metodologia usada pela dupla em trabalhos preventivos de gestão de crise, com mapeamento de stakeholders e definição de plano de comunicação com cada grupo. Enquanto Paulo nos lembrou da necessidade de não cometermos sincericidio. A transparência é inegociável. Mas a comunicação não deve expor a empresa a situações em que provas sejam usadas contra ela, interferindo no julgamento dos casos pela Justiça. “Juiz também lê jornal”, disse ele.
O último painel foi dedicado a mostrar como as agências trabalham para minimizar impactos de crise junto a públicos estratégicos e seus clientes. Monique Cardoso, Gerente de Comunicação Institucional da Approach Comunicação, abriu o painel falando sobre como enfrentar crises de confiança com o público interno e deu uma verdadeira aula sobre as tendências da comunicação interna e sobre a necessidade de a empresa ter uma cultura forte o suficiente para não sofrer danos com crises externas.
Já Carina Almeida, CEO da Textual Comunicação e Fabíola Bemfeito, que foi Coordenadora de Relações com a Mídia dos Jogos Rio 2016, fecharam o painel e o congresso com o case da Tocha Olímpica, que passou por mais de 300 lugares, nos 27 estados brasileiros. Elas falaram das dificuldades de gerenciar o processo de revezamento da tocha, que levou três meses e serviu para nacionalizar o evento que aconteceu na cidade do Rio de Janeiro.
Saímos todos com o sentimento de saudade dos Jogos e com a certeza de que o evento superou expectativas em relação ao público, ao debate qualificado e a interação dos presentes com os temas apresentados. Deixo aqui os meus sinceros agradecimentos a toda a equipe envolvida em sua realização.
O 10º Congresso de Comunicação Empresarial Aberje Rio foi uma realização da Aberje, com apoio da Light e da Makemake, a Casa da Reputação no Brasil.
Artigo publicado originalmente no blog Reputação é Tudo, do portal Aberje.
O 10º Congresso de Comunicação Empresarial Aberje Rio acontece no próximo dia 25 de outubro, no Centro Cultural da Light, e está com inscrições abertas. Os temas deste ano do mais importante congresso de comunicação do Rio de Janeiro são “Como trabalhar com comunicação e marketing nessa conjuntura de incerteza?”, “O que a gestão de riscos e crises altera o planejamento de ações de informação e relacionamento?” e “De que maneira a reputação organizacional pode sair fortalecida desse panorama?”.
A Makemake, reforçando o seu posicionamento de “A Casa da Reputação no Brasil”, cuja missão é estabelecer uma cultura de reputação nas empresas brasileiras, apoia oficialmente o evento e estará presente fazendo a sua cobertura para a Revista da Reputação. Tatiana Maia Lins, diretora da Makemake e editora da Revista da Reputação, fará a mediação das palestras da tarde, confira a programação abaixo:
Programação 10º Congresso de Comunicação Empresarial Aberje Rio
09H00 Boas-vindas
Paulo Henrique Soares, Diretor de Comunicação da Vale
09H15
Painel 1. A Noção de Crise na Filosofia Antiga
Roberto Bolzani Filho, Professor de Filosofia da USP
10H35
Painel 2. Gerenciamento de Crise na prática
A importância do público interno na construção de reputação. Case: #Valeconhecer
Mauricio Manzali, Gerente de Comunicação – Vale
Mediador: Paulo Henrique Soares, Diretor de Comunicação da Vale
Dona Judith. Uma mulher moderna, que trabalha, cuida da casa, da família e tem consciência cidadã
Case: Uma verdadeira demonstração de protagonismo, de fazer mais e melhor com menos recursos.
Luís Felipe Younes do Amaral, Gerente do Instituto Light e Centro Cultural
13H30
Painel 3. O Papel da Comunicação no Gerenciamento de Crise e Construção de Reputação na Esfera Pública
Thomas Traumann, Consultor e Pesquisador associado do Departamento de Acompanhamento de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas
15H00
Painel 4. Comunicação e jurídico: parceria ou crise na gestão da crise?
Mônica Medina, Sócia Presidente da Diferencial
Paulo Almeida Lopes, Sócio do Tauil & Chequer Advogados Associado a Mayer Brown LLP
Mediação: Tatiana Maia Lins, Consultora em Reputação Corporativa, fundadora da Makemake e editora da Revista da Reputação.
16H30
Painel 5. Como as Agências de Comunicação Minimizam Impactos da Crise junto a públicos estratégicos para seus clientes
O Relacionamento da sociedade com as marcas na Olimpíada 2016
Carina Almeida, CEO da Textual Comunicação
Crise de Confiança na equipe: modos de enfrentamento
Monique Cardoso, Gerente de Comunicação Institucional da Approach Comunicação
Mediação: Tatiana Maia Lins, Consultora em Reputação Corporativa, fundadora da Makemake e editora da Revista da Reputação.
Qual o impacto do Impeachment de Dilma para a Reputação do Brasil?
Acabou o julgamento de Dilma Rousseff no Senado, Michel Temer assumiu o poder em definitivo. Se o Impeachment de Dilma entrará para a história como um golpe ou como um processo legítimo ainda é cedo para afirmar. As duas versões ecoam pelo mundo, o que me leva a crer que mesmo que a versão da legitimidade se sobreponha historicamente à versão do golpe, ela nunca será tida como uma verdade absoluta.
Legítimo ou não, com o Impeachment de Dilma, o Brasil confirma para o mundo que somos o país do jeitinho. Que quando queremos, arranjamos até um jeitinho de tirar do poder uma pessoa eleita democraticamente para o mais alto cargo do país, o de presidente da república. Eu, que nunca votei em Dilma, me espanto com como as regras do jogo podem ser mudadas com a bola em campo. Nunca na história do país incompetência foi resolvida com Impeachment, estamos “inovando”. E estamos fazendo isso com uma cara de pau absurda. Pessoas até ontem aliadas, hoje são opositoras do governo, corruptos bradam em nome da lei. Seria cômico se não fosse trágico. A justificativa “comovente” de Renan Calheiros para votar contra a cassação dos direitos políticos de Dilma foi uma síntese dos nossos políticos. Ele até aceita ser chamado de golpista, mas cruel jamais.
Em meio a isso tudo, me pergunto: e a reputação do Brasil, sendo representado por estes políticos, como fica? “Na chon!”
Se ainda não sabemos qual versão entrará para a história, de uma coisa não tenho dúvidas: o Impeachment de Dilma aumenta o grau de incerteza das pessoas em relação ao Brasil em todas as áreas.
Qual o impacto do Impeachment de Dilma para a Reputação do Brasil?
Acabou o julgamento de Dilma Rousseff no Senado, Michel Temer assumiu o poder em definitivo. Se o Impeachment de Dilma entrará para a história como um golpe ou como um processo legítimo ainda é cedo para afirmar. As duas versões ecoam pelo mundo, o que me leva a crer que mesmo que a versão da legitimidade se sobreponha historicamente à versão do golpe, ela nunca será tida como uma verdade absoluta.
Legítimo ou não, com o Impeachment de Dilma, o Brasil confirma para o mundo que somos o país do jeitinho. Que quando queremos, arranjamos até um jeitinho de tirar do poder uma pessoa eleita democraticamente para o mais alto cargo do país, o de presidente da república. Eu, que nunca votei em Dilma, me espanto com como as regras do jogo podem ser mudadas com a bola em campo. Nunca na história do país incompetência foi resolvida com Impeachment, estamos “inovando”. E estamos fazendo isso com uma cara de pau absurda. Pessoas até ontem aliadas, hoje são opositoras do governo, corruptos bradam em nome da lei. Seria cômico se não fosse trágico. A justificativa “comovente” de Renan Calheiros para votar contra a cassação dos direitos políticos de Dilma foi uma síntese dos nossos políticos. Ele até aceita ser chamado de golpista, mas cruel jamais.
Em meio a isso tudo, me pergunto: e a reputação do Brasil, sendo representado por estes políticos, como fica? “Na chon!”
Se ainda não sabemos qual versão entrará para a história, de uma coisa não tenho dúvidas: o Impeachment de Dilma aumenta o grau de incerteza das pessoas em relação ao Brasil em todas as áreas.
Os projetos de memória feitos por uma empresa são super importantes para o fortalecimento de sua Reputação. Ao resgatar suas origens, a empresa se apropria de valores e de causos que fizeram com que ela ocupasse a posição que atualmente ocupa no coração e na mente das pessoas.
Ao contar sua história, a empresa fortalece internamente o senso de pertencimento e de reconhecimento do valor de sua força de trabalho, pois toda empresa é feita de pessoas, e são elas as responsáveis pelas ações de sucesso.
Ao contar a sua história, a empresa amplia o cabedal de conhecimento e a resiliência das novas gerações, ao mostrar como problemas foram superados ou como se deu a inovação.
Ao contar a sua história, a empresa reforça a sua identidade corporativa.
Ao contar a sua história, a empresa atrai novos olhares, novos públicos e até novos investidores. Ninguém investe onde não conhece.
Ao contar a sua história, a empresa molda o presente e projeta o futuro. O passado é a base para as expectativas pelo porvir.
Ao contar a sua história, a empresa faz parte da História. Contemos, portanto, as nossas histórias!
Atualmente a tecnologia nos permite fazer lindos e eficazes projetos de memória corporativa, sem, necessariamente, gastar muito. O Fluminense, por exemplo, é um ótimo exemplo de marca que resgata a sua memória com recursos de seus torcedores. Nos últimos anos, o clube fez vários livros, festas e até bustos de bronze dos jogadores com projetos patrocinados via crowdfunding.
Se antes ter um museu corporativo era privilégio apenas das marcas globais, hoje toda empresa pode ter o seu museu, ainda que virtual. Os livros, em formato impresso ou digital, continuam materializando a história das empresas em datas comemorativas e reconhecendo os protagonistas de cada história. Somados aos antigos formatos, bombam pelo mercado webséries, games, exposições, eventos, filmes e narrativas nos mais diversos formatos contando as histórias das empresas. Tudo é válido se for bem planejado e bem executado. Pois cada ponto de reforço de memória contribui para solidificar a marca na mente das pessoas.
Algumas dicas para começar um bom projeto de memória:
Converse com os funcionários mais antigos, eles são ótimas fontes e podem dar ótimas ideias. Vale, inclusive, procurar quem já se aposentou ou não faz mais parte da empresa
Invista em projetos no estilo “linha do tempo”, eles ajudam a dar sequência e cadência aos fatos que serão narrados.
Não exclua os momentos difíceis. Toda empresa passa por altos e baixos.
Aposte em recursos audiovisuais. Mexa com as emoções e brinque com os sentidos das pessoas. Dê, literalmente, sentido ao que é feito.
Busque parcerias. Muitas vezes a história da empresa tem ligação direta com a história de uma região, de um bairro etc.
Precisando trocar uma ideia, estamos à disposição.
Os Jogos Olímpicos são uma das mais efetivas plataformas de marketing do mundo, alcançando bilhões de pessoas em mais de 200 países. Com a aproximação da data da cerimônia de abertura da Rio 2016, mais empresas, patrocinadoras ou não, se emprenham em associar a imagem da sua marca ao evento. Isso acontece porque os consumidores hoje escolhem seus produtos cada vez menos baseados em suas características técnicas e sim atraídos pelas mensagens de benefício que as marcas conseguem transmitir e o esporte representa uma importante ferramenta de marketing neste sentido.
Além disso, o esporte tem a capacidade de atingir pessoas de todas as idades, culturas ou classes sociais e o marketing esportivo possui uma característica diferenciada, pois atinge o consumidor em seus momentos de lazer. Assim, busca-se uma identificação pessoal entre cliente e marca,ligando a empresa não somente de forma comercial ao seu público, mas também de forma afetiva, utilizando o esporte como ponte para esta conexão.
Mesmo as marcas não esportivas costumam se interessar por ações que associem sua imagem a eventos esportivos porque, assim, conseguem mostrar à população que acreditam e partilham os mesmos valores envolvidos nessa prática: disciplina, perseverança, força de vontade e determinação, por exemplo. Dessa forma, uma empresa se mantém “visível” no mercado e fortalece sua marcar diante de seus consumidores, mesmo quando todas as atenções estão voltadas para um único evento, como no caso das Olimpíadas.
Porém, é preciso cautela ao investir neste campo. Os benefícios não podem cegar os investidores para os riscos que também são muitos. Isso porque o esporte é um produto complexo, com público variado e requer um planejamento cuidadoso antes de associar a imagem da sua empresa a ele.
A consultora em Reputação Corporativa, fundadora da Makemake Comunicação e editora da Revista da Reputação, Tatiana Maia Lins, ministrará uma Oficina de Introdução ao Gerenciamento de Reputação Corporativa no próximo dia 2 de julho de 2016, no Campus de Botafogo da FACHA (Faculdades Integradas Hélio Alonso).
Direcionado a estudantes e profissionais das áreas de comunicação de empresas de todos os portes e setores que tenham interesse no tema e desejam aprofundamento e capacitação, o curso tem como objetivo apresentar ferramentas e métodos para o gerenciamento de Reputação Corporativa, assim como estabelecer uma reflexão sobre aspectos que impactam na reputação das empresas.
As inscrições podem ser feitas pelos telefones 2102-3184, 2102-3165, pelo e-mail: makemake@makemake.com.br ou diretamente no site da instituição.