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By Bruno Pires | Published 12 de fevereiro de 2021
Ativos intangíveis como reputação representam até 80% do valor de mercado de uma companhia. Em cenários onde os produtos e serviços estão cada vez mais vistos como commodities, a reputação tem papel central como fator decisivo de escolha para consumidores, investidores e para a atração de talentos.
Pensando em como os profissionais de comunicação e áreas correlatas podem trabalhar de modo estratégico para alavancar a reputação das empresas, promovendo diferenciação dos concorrentes e aumentando o sucesso dos negócios. a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) está oferecendo um curso online com Tatiana Maia Lins, fundadora da Makemake Reputação e editora da Revista da Reputação.
O curso Reputação para Competitividade acontecerá em quatro encontros de 2h cada, entre os dias 13 e 16 de julho de 2021. Neste curso prático, os participantes aprenderão a ter um olhar estratégico para os negócios e a utilizar ferramentas de comunicação e de gerenciamento de reputação como ativos para o sucesso dos negócios.
Este é um curso que prepara os participantes para contribuições estratégicas em seus ambientes de trabalho, valorizando-os perante seus pares e perante o mercado.
2020 foi o ano que ninguém esquecerá. Um ano de incertezas, de mudanças de paradigmas, de crise. Houve muita transformação digital. O mundo pareceu completamente novo. Mas um aspecto permaneceu igual: como nas grandes crises que conhecemos, a governança capaz de alinhar as expectativas dos stakeholders assumiu papel ainda mais estratégico e ditou a reputação. Foi assim que aconteceu quando o mundo vivenciou a Grande Depressão, foi assim quando o mundo passou pela Segunda Guerra Mundial. Foi assim agora durante o isolamento causado pela pandemia de Covid-19 e já tinha sido assim no Brasil após as denúncias da Lava-Jato. E por que isto sempre acontece? Porque a boa governança gera algo muito demandado durante períodos de crise: confiança.
Uma pesquisa realizada pela The RepTrak Company mostrou que o peso da governança para a reputação de uma empresa no Brasil durante os primeiros meses da pandemia chegou a 18,5% do total, sendo o item com maior impacto. Em 2007, como comparação, a contribuição da governança para a reputação era de 13,8%. Para a nota de reputação, dentro do pilar “governança”, são avaliadas as percepções das pessoas sobre se a empresa é justa e responsável, se tem comportamento ético e se é transparente. A The RepTrak Company também constatou que a agenda ESG está relacionada à maior intenção de compra dos produtos por parte dos consumidores, à maior chance de recomendação e a laços mais sólidos de confiança.
As pesquisas do Grupo Caliber também mostraram a força da governança para a reputação. Integridade foi o item com maior peso na pesquisa Global Pharma Study 2020, com 14%, enquanto o Global Financial Study, de 2019, já tinha mostrado que integridade era o item de maior importância para pessoas de diferentes gerações, dos millennials até os nascidos no pós-guerra.
Em um mundo que vive a expectativa do reaquecimento da economia após a vacina contra a Covid-19, acredito que a boa governança será o ativo mais importante que uma empresa pode ter neste ano de 2021. Minha aposta na governança se dá pela sua transversalidade em quase todos os outros atributos de valor para a reputação de uma empresa. A percepção de justiça impacta o juízo de valor que as pessoas fazem para determinar a relação custo benefício de um produto ou serviço. O preço é justo? O ativismo é justo ou a empresa está tentando ganhar a simpatia das pessoas sem uma contrapartida relevante? As relações de trabalho e com fornecedores são justas? A inovação é ética e focada na geração de valor para todos ou visa apenas a ganância de lucros financeiros maiores?
A grande questão é: como comunicar boa governança para fortalecer a reputação e garantir a perenidade dos negócios neste momento de crise, se governança é um conceito tão sofisticado e longe do alcance de entendimento de pessoas que não fazem parte do universo empresarial?
Minha sugestão é aproximar o máximo possível as narrativas às realidades das pessoas. Mostrar o impacto das decisões no dia a dia da comunidade onde a empresa está inserida. Descrever o valor que é compartilhado com todos por meio de negócios éticos, transparentes e justos. Afinal, o que faz sentir faz sentido. Feliz Ano Novo!
Reproduzimos aqui o artigo de Tatiana Maia Lins, nossa sócia fundadora e CEO, publicado em sua coluna no site da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, Aberje, em 05 de janeiro de 2021.
“52 ideias para ajudar a turbinar o seu Gerenciamento de Reputação ao longo de 2021. Escolha as que mais fizerem sentido para a sua realidade em cada época do ano e mãos à obra!”
“Preparei 52 ideias, uma para cada semana do ano, para turbinar o seu Gerenciamento de Reputação. As ideias não precisam ser postas em prática seguindo uma ordem cronológica. Devem ser adaptadas a cada realidade. Esta foi a forma que encontrei para estar com vocês durante todo o ano de 2021, pegando pela mão e ajudando com o que a Makemake faz de melhor. Veja a seguir as 52 ideias que preparei para você e sua equipe.
01) Faça um diagnóstico de como a sua empresa ou marca é percebida pelos seus stakeholders.
02) Delimite quais são os públicos que mais estão precisando de atenção para o gerenciamento de reputação. A ideia é priorizar esforços e budget sem deixar ninguém de lado.
03) Pesquise sobre ferramentas e especialistas que podem facilitar o seu trabalho cotidiano.
04) Desenhe métricas estratégicas para acompanhar a sua reputação. E acompanhe!
05) Avalie se as informações contidas no site da sua marca ou empresa estão alinhadas com os objetivos de comunicação.
06) Crie ou aprimore canais de relacionamento com os seus públicos de interesse.
07) Organize seu banco de imagens corporativas.
08) Aproveite a data do aniversário de fundação para contar algum dado curioso ou interessante que tenha acontecido ao longo dos anos.
09) Resgate a memória corporativa levantando depoimentos de antigos funcionários.
10) Atualize as mini bios e fotos dos funcionários e porta-vozes. Tenha pelo menos uma foto para ser usada na vertical e uma foto para ser usada na horizontal de cada pessoa.
11) Faça pesquisa de pós-venda com os seus clientes.
12) Estimule feedbacks com diversidade de opiniões. Não ouça apenas o que seria positivo ou o que reforça as suas percepções iniciais.
13) Desenvolva habilidades de escuta nas equipes.
14) Faça treinamentos sobre a importância da diversidade e do cuidado com as pessoas.
15) Reforce os treinamentos sobre as atitudes esperadas dos funcionários no atendimento ao público.
16) Crie projetos de educomunicação para fortalecer o entendimento sobre questões sensíveis ligadas à integridade e ao compliance.
17) Estimule que as pessoas falem abertamente sobre riscos dentro da empresa. Ao falar abertamente sobre riscos, as pessoas ficam mais atentas e procuram formas de solucionar problemas ou evitá-los.
18) Não fale sobre pautas importantes apenas nos dias de luta das causas com as quais estas pautas estão relacionadas. Por exemplo, não fale sobre liderança feminina apenas no Dia Internacional da Mulher. Faça um calendário para tratar este tema ao longo de todo o ano.
19) Verifique quais causas estão alinhadas ao propósito da sua empresa ou marca e envolva-se verdadeiramente na defesa de uma causa. Ajude a construir um mundo melhor. Sim, você pode.
20) Tenha um plano para tornar a sua empresa um lugar onde as pessoas gostariam de trabalhar.
21) Conheça os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, os ODS, e estimule debates internos sobre como as ações da sua marca ou da empresa impactam para o alcance dos ODS e suas submetas.
22) Comunique como a sua empresa ou marca está empenhada para que os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU sejam alcançados.
23) Analise questões internas de remuneração. Há pessoas desenvolvendo a mesma função, com a mesma bagagem de experiência, mas com salários diferentes por questões de gênero, idade, cor de pele ou orientação sexual?
24) Entenda o que é importante para o seu público interno e surpreenda os seus funcionários e colaboradores com algo que os encante.
25) Invista em inovação. Ser reconhecido por inovação é um dos pilares para uma boa reputação.
26) Busque operar em um “Oceano Azul”, em vez de operar no “Oceano Vermelho” em que a concorrência se mata e fica tudo cheio de sangue. Para entender este conceito, que é libertador, leia o livro “A Estratégia do Oceano Azul”, de Renée Mauborgne e W. Chan Kim.
27) Tenha um canal de denúncias para casos de corrupção e o divulgue periodicamente para os públicos internos e externos, estimulando que ele seja usado caso necessário.
28) Revise suas políticas de coleta e armazenamento de dados. Elas cumprem a LGPD?
29) Faça treinamentos sobre sustentabilidade para o público interno. As pessoas precisam entender que sustentabilidade não é apenas abraçar árvores. Todas as crises de reputação são crises em algum dos pilares da sustentabilidade.
30) Cuide de sua cadeia de fornecedores e exija que eles trabalhem de modo ético e sustentável.
31) Promova e participe de ações de voluntariado.
32) Tenha uma cadeia de fornecedores de boa qualidade e não escolha os seus fornecedores somente pelo menor preço. Revise a sua política de contratação de fornecedores para que a qualidade dos seus produtos e serviços seja sempre percebida pelo seu ecossistema.
33) Faça pesquisas para saber se os seus valores corporativos são percebidos pelos públicos com os quais a sua marca ou empresa interage.
34) Monitore conversas em redes sociais de grupos que impactam o seu negócio. Você encontrará ótimas oportunidades para se relacionar com as pessoas a partir do que importa para elas.
35) Tenha proatividade na solução de problemas da sua comunidade. Lembre-se que sempre pode-se escolher entre ser parte da solução ou do problema. Ser parte da solução é a atitude mais interessante para todos os envolvidos.
36) Se a sua empresa possuir dress code, certifique-se não apenas de que ele leva em consideração o respeito à diversidade étnica, etária e de gênero, mas a sua real necessidade. Muitas empresas já o aboliram e o resultado foi positivo.
37) Faça uma lista dos prêmios existentes no seu setor de atuação e entenda os requisitos para pleiteá-los.
38) Entenda o mercado no qual o seu negócio atua. O que faz sentido para as pessoas que precisam dos seus produtos ou serviços?
39) Use o storytelling para inspirar pessoas a compartilhar suas memórias com a sua marca ou empresa.
40) Planeje ações para aumentar o alcance da sua comunicação com públicos não convertidos à sua mensagem.
41) Aproveite o poder de escala que a sua marca ou empresa possui para aumentar o impacto positivo do seu legado.
42) Selecione embaixadores para a sua marca que sejam alinhados a seus valores corporativos. Mas atenção: valores corporativos não devem ser negociáveis em busca de maior alcance.
43) O público interno é fundamental no processo de gerenciamento de reputação. Peça sugestões de melhorias a seus funcionários e colaboradores.
44) Refresque o conhecimento das equipes com palestras de profissionais relevantes sobre temas que fazem sentido para o negócio e o setor de atuação.
45) Pratique e promova a economia circular. Empresas de boa reputação são também as que se preocupam com os resíduos gerados.
46) Crie processos seletivos inclusivos e participe de ações afirmativas.
47) Anuncie investimentos sociais e ambientais de forma ética. Greenwashing e socialwashing não criam reputação. Pelo contrário, aumentam a desconfiança na sua marca ou empresa.
48) Promova rodas de diálogo com públicos estratégicos periodicamente. Elas podem ser grandes direcionadoras de ações para a marca ou a empresa.
49) Abra espaço para a cocriação de ações com os seus públicos de interesse.
50) Revise os seus planejamentos para gestão de crise periodicamente.
51) Desenvolva as soft skills de comunicação das suas lideranças e porta-vozes.
52) Planeje, realize e promova uma ação de experiência com a sua marca ou empresa e seus principais públicos de interesse.”
Todos os finais de ano até hoje, a Makemake enviou pequenos presentes para as pessoas que fizeram parte do nosso dia a dia. Era a nossa maneira de celebrar as realizações e agradecer pelas conquistas. Este ano, com a impossibilidade dos encontros presenciais e o crescimento da importância da geração de valor a ser compartilhado, trocamos os presentinhos pontuais por um conteúdo que esperamos ser de grande utilidade para todos os leitores da Revista da Reputação.
São 52 ideias, uma para cada semana do ano, para turbinar o seu Gerenciamento de Reputação. As ideias não precisam ser postas em prática seguindo uma ordem cronológica. Devem ser adaptadas a cada realidade. Esta foi a forma que encontramos para estar com vocês durante todo o ano de 2021, pegando pela mão e ajudando com o que fazemos de melhor. Vamos juntos?
Além deste conteúdo, a edição de número 12 da Revista da Reputação traz entrevistas com os professores Marlene Marchiori, especialista em mentoria de lideranças, e Marco Tulio Zanini, especialista em confiança. Em tempos de incerteza (e sempre), é bom ouvir os professores para iluminar as ideias.
Destaco também uma pesquisa sobre a capacidade de as marcas encantar os seus públicos, realizada pela Umbigo do Mundo, e o que aprendi como influenciadora digital plus size 40+ em uma ação de O Boticário no Instagram.
2020 foi o ano do impensável e do improvável. Que venha 2021.
Obrigada a todos que estão conosco e boa leitura! O PDF desta edição está abaixo.
A Revista da Reputação é uma publicação gratuita, sem anúncios, e colaborativa criada e editada por Tatiana Maia Lins, fundadora da Makemake e consultora em Reputação Corporativa. As edições têm por objetivo compartilhar conhecimento e aprimorar o mercado brasileiro ligado à reputação. O conteúdo da Revista da Reputação pode ser compartilhado ou usado em sala de aula por professores e professoras com a ressalva de que os direitos autorais sejam respeitados. Para tal, é imprescindível que a autoria de cada conteúdo seja mencionada em qualquer reprodução, assim como deve ser mencionado que o conteúdo pertence à Revista da Reputação.
Para participar da Revista da Reputação com algum conteúdo, entre em contato pelo e-mail makemake@makemake.com.br e sua sugestão será avaliada. Quer consultar alguma edição em PDF da Revista da Reputação? É fácil! Abaixo estão todos os números em PDF para você. Faça bom proveito e boa leitura!
No Brasil, que já vinha com uma economia estagnada antes da pandemia de coronavírus, com taxa de desemprego de 12% das pessoas em idade produtiva, o empreendedorismo era uma realidade para 52 milhões de pessoas em 2019, segundo dados do GEM (Global Entrepreneurship Monitor). Com a pandemia, esta taxa de desemprego de 12% pode dobrar, afirmou o secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, o que levaria ainda mais pessoas ao empreendedorismo, não apenas por opção, mas por necessidade.
Contudo, abrir uma empresa não é garantia de que o negócio será bem sucedido e os empreendedores terão uma boa geração de renda. A última pesquisa de Sobrevivência das Empresas no Brasil, divulgada pelo Sebrae em 2016, mostra que 23% dos novos empreendimentos criados no país não sobreviveram aos dois primeiros anos. As dificuldades enfrentadas pelos empreendedores são diversas, desde o acesso a crédito com juros razoáveis, ao estabelecimento de suas marcas no mercado conquistando a confiança de clientes, nada fácil para novos entrantes, que muitas vezes apostam na pior estratégia: a de guerra de preços.
Pensando em ajudar as startups a alcançarem maior sucesso e longevidade, e levando em consideração a sua missão de liderar os debates sobre reputação no país, a Makemake criou o curso “Reputação para Startups”. A ideia é que novas turmas do curso aconteçam na última semana de cada mês, sempre das 19h às 21h30. A primeira turma acontecerá entre os dias 23 e 27 de novembro, tendo como facilitadores Tatiana Maia Lins, consultora fundadora da Makemake, e o parceiro Eduardo Murad, sócio consultor da Orgânica Treinamentos e Desenvolvimento.
“Lançar negócios já pensando na reputação que ele gostaria de ter ao longo dos anos me parece a forma mais eficiente de começar um empreendimento. Porque todo o processo de posicionamento da marca e de seus produtos pode ser feito em alinhamento com os objetivos de longo prazo e gerando memória corporativa, fundamental para a criação de lastro reputacional. Ninguém faz negócios com empresas ou pessoas que não gozam de confiança.”, afirma Tatiana.
Em defesa de por quais razões os empreendedores deveriam fazer este treinamento, Tatiana explica: “A reputação importa para os negócios porque reputação confere competitividade. Empresas de boa reputação atraem melhores talentos, têm menor rotatividade de funcionários e colaboradores em geral, conseguem melhores condições de crédito e junto a fornecedores. Além disso, as empresas de boa reputação são as mais lembradas pelos clientes, logo as que possuem seus produtos e serviços escolhidos pelos consumidores. Todos esses atributos contribuem para a longevidade de um negócio e sua valorização, logo pensar em construção de reputação é imprescindível para as startups se diferenciarem dos concorrentes.”
O curso tem como público-alvo empreendedores com startups já em operação ou que ainda estejam na fase pré-operacional e é composto por 12 horas de aulas via zoom com os instrutores, divididas em cinco encontros, mais um encontro individual para mentoria e análise dos cases dos inscritos pelos instrutores. Além das 12 horas em aulas via zoom, espera-se dos participantes cerca de 8h de dedicação para a realização de atividades para a elaboração do Planejamento Estratégico de Reputação para os seus negócios.
Os encontros mãos na massa abordarão os seguintes temas:
Encontro 1: A diferença entre imagem e reputação e como conquistar confiança dos públicos de interesse, Dia 23/11/2020, das 19h às 21h30.
Encontro 2: Como se posicionar no mercado e se destacar dos concorrentes.
Dia 24/11/2020, das 19h às 21h30.
Encontro 3: Como construir boa reputação e atrair a atenção de investidores .
Dia 25/11/2020, das 19h às 21h30.
Encontro 4: Como construir boa reputação com clientes.
Dia 26/11/2020, das 19h às 21h30.
Encontro 5: Startup Pitch: como fazer um bom pitch da sua startup?
Dia 27/11/2020, das 19h às 21h30.
A primeira turma do curso tem inscrições nos valores de R$ 330,00 a R$ 495,00. As inscrições promocionais no valor de R$ 330,00 são válidas para quem se inscrever até o dia 10/10/2020 ou para inscrições provenientes de acordos com hubs de inovação. Faça já a sua inscrição e garanta o valor promocional.
Tatiana Maia Lins – Fundadora e CEO da Makemake, Tatiana é consultora em Reputação Corporativa, editora da Revista da Reputação e Professora da disciplina de Relações com o Mercado e com Investidores do Master em Comunicação Empresarial Transmídia da ESPM/SP.
Eduardo Murad – Doutor em Comunicação (ECA/USP) é sócio consultor e coach na Orgânica Treinamento e Desenvolvimento. Professor de disciplinas de Comunicação Corporativa na Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
A primeira edição do #diadosnegóciossustentáveis aconteceu no dia 14 de outubro de 2020. A iniciativa é da consultoria Ideia Sustentável e da Plataforma Liderança com Valores, em parceria com a Rede Brasil do Pacto Global, para fomentar negócios mais sustentáveis no Brasil. Pela manhã do dia 14, houve o lançamento online de um estudo inédito sobre as 11 grandes tendências de sustentabilidade, que irão nortear o mundo empresarial pós-covid. E, ao longo do dia, os organizadores convocaram empresas a promoverem atividades de educação, comunicação, mobilização e articulação aos seus públicos, para a disseminação de práticas de sustentabilidade, inspiradas nos 8 Princípios dos Negócios Sustentáveis – documento elaborado a partir das conclusões da pesquisa.
A Makemake, como apoiadora e parceira da Plataforma Liderança com Valores, aderiu à iniciativa e ofereceu uma roda de conversa com a sua fundadora, Tatiana Maia Lins, no dia 14/10, das 15h às 16h30, com o tema Como e por que comunicar a Sustentabilidade dos Negócios?
Durante a atividade, serão debatidos os seguintes temas:
* A importância da sustentabilidade para os negócios e para a reputação das organizações com e sem fins lucrativos.
* Como ter legitimidade nas narrativas de sustentabilidade?
* Como comunicar ativismo corporativo?
O encontro foi gratuito – como todas as atividades do #diadosnegóciossustentáveis – e online, pela plataforma zoom.
Tatiana Maia Lins é consultora fundadora e CEO da Makemake, A Casa da Reputação no Brasil. Plataformer na Plataforma Liderança com Valores, é também editora da Revista da Reputação e professora da disciplina de Relações com o Mercado e com Investidores do Master em Comunicação Empresarial Transmídia da ESPM/SP. Tatiana foi responsável pela atualização do Guia de Comunicação e Sustentabilidade do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável – CEBDS, lançado em junho de 2020, e atendeu diretamente nos últimos dois anos clientes como Vale, CEBDS e Museu do Amanhã.
O ano de 2020 tem sido um divisório na forma como as instituições se comunicam. Desde o início do ano, estamos vendo a Sustentabilidade Corporativa ganhar uma nova bússola cunhada pela sigla ESG, que já domina o noticiário de negócios e faz parte do vocabulário executivo. A pandemia de coronavírus, por sua vez, acelerou o processo de amadurecimento do tema, ao evidenciar a expectativa da sociedade pela geração de valor compartilhável pelas instituições.
Em setembro, já é possível trazer exemplos práticos de como o mundo corporativo vem compartilhando valor com a sociedade, saindo da tendência para a ação.
A assunção da ESG como bússola de sustentabilidade traz à tona a necessidade de novos olhares nos boards corporativos, cujo modelo tradicional de formação sem diversidade está sob ataque. Estão em descrédito também as narrativas corporativas que só mostram o lado belo de suas operações e omitem seus riscos. Um novo mundo se descortina à nossa frente.
As transformações que estamos vendo no mundo corporativo também se refletem nesta edição da Revista da Reputação que, pela primeira vez, orgulhosamente apresenta uma capa com duas mulheres. De gerações diferentes, Carla Crippa é uma nova voz na Ambev, enquanto Elisa Prado segue como inspiração na Vivo. É hora de ouvir as mulheres e de dar crédito a elas.
Como sempre, muito obrigada a todos que participaram desta edição, que está no PDF abaixo.
A Makemake aderiu ao Comunicado do Setor Empresarial Brasileiro enviado aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), que pede ao governo brasileiro tolerância zero contra o desmatamento ilegal e afirma não precisar haver contradição entre desenvolvimento econômico e preservação de nossos biomas e ecossistemas. Participam da iniciativa players internacionais como Ambev, Natura, Microsoft, Michelin, Itaú, Nestlé, Shell e Vale.
“Assinei o comunicado com muito orgulho de fazer parte desta iniciativa porque acredito que não há outro caminho para o país e as empresas que aqui operam se manterem competitivas em escala global que não seja o de uma perspectiva de produção inclusiva e sustentável. Nós, brasileiros, merecemos um futuro sustentável e na Makemake fazemos tudo o que está ao nosso alcance para construí-lo”, afirmou Tatiana Maia Lins, fundadora e CEO da Makemake.
O documento possui versões em português, inglês e francês.
COMUNICADO DO SETOR EMPRESARIAL BRASILEIRO
“Neste momento, em que enfrentamos uma situação extrema, extraordinária e excepcional, é muito importante manter a serenidade e o equilíbrio para que possamos superar e sair fortalecidos dos desafios que se apresentam. Em nenhum momento da história o futuro da humanidade e do planeta dependeu tanto da nossa capacidade de entendimento de que vivemos em um único planeta e de que a nossa sobrevivência está diretamente ligada à preservação e valorização dos seus recursos naturais.
Os impactos sociais e econômicos causados em escala global e de forma inédita pela pandemia da COVID-19 nos advertem que a consumação de riscos associados à quebra do equilíbrio ecossistêmico traz consequências devastadoras quando negligenciados, tal como vem ocorrendo com o risco climático apontado pelo Fórum Econômico Mundial ano após ano, desde 2012. Cientes disso, o setor empresarial brasileiro, por meio de instituições e empresas dos setores industrial, agrícola e de serviços, vêm hoje reafirmar seu compromisso público com a agenda do desenvolvimento sustentável.
Particularmente, esse grupo acompanha com maior atenção e preocupação o impacto nos negócios da atual percepção negativa da imagem do Brasil no exterior em relação às questões socioambientais na Amazônia. Essa percepção negativa tem um enorme potencial de prejuízo para o Brasil, não apenas do ponto de vista reputacional, mas de forma efetiva para o desenvolvimento de negócios e projetos fundamentais para o país.
Nesse contexto, esse grupo coloca-se à disposição do Conselho da Amazônia para contribuir com soluções que tenham foco nos seguintes eixos:
• Combate inflexível e abrangente ao desmatamento ilegal na Amazônia e demais biomas brasileiros;
• Inclusão social e econômica de comunidades locais para garantir a preservação das florestas;
• Minimização do impacto ambiental no uso dos recursos naturais, buscando eficiência e produtividade nas atividades econômicas daí derivadas;
• Valorização e preservação da biodiversidade como parte integral das estratégias empresariais;
• Adoção de mecanismos de negociação de créditos de carbono;
• Direcionamento de financiamentos e investimentos para uma economia circular e de baixo carbono; e
• Pacotes de incentivos para a recuperação econômica dos efeitos da pandemia da COVID-19 condicionada a uma economia circular e de baixo carbono.
Algumas das empresas signatárias já desenvolvem soluções de negócios que partem da bioeconomia, com valor agregado e rastreabilidade dos produtos, inclusive, na Amazônia. De um lado, entendemos que é possível dar escala às boas práticas a partir de políticas consistentes de fomento à agenda ambiental, social e de governança. De outro, é necessário adotar rigorosa fiscalização de irregularidades e crimes ambientais na Amazônia e demais biomas brasileiros.
Temos a oportunidade única, os recursos e o conhecimento para dar escala às boas práticas e, mais do que isso, planejar estrategicamente o futuro sustentável do Brasil. Precisamos fazer as escolhas certas agora e começar a redirecionar os investimentos para enfrentamento e recuperação da economia brasileira em um modelo de economia circular, de baixo carbono, e inclusiva, em que não há controvérsias entre produzir e preservar. Em nosso entendimento, esse é o melhor caminho para fincarmos os alicerces do país para as próximas gerações. Caso contrário, corremos o risco de ficarmos à margem da nossa própria história.”
Correalizado pela Makemake e com curadoria de Tatiana Maia Lins e Rafael Veras, da Makemake, o INOVACITY Digital reuniu cidadãos, especialistas, empreendedores e Startups em torno de assuntos como Urbanismo, Transformação Digital, Inclusão, Mobilidade, Gestão e Governança em dois dias de evento gratuito transmitido via YouTube.
Com o objetivo de conectar pessoas, empreendedores, hubs de inovação e o poder público em torno de propostas para o futuro das cidades, nos dias 22 e 23 de julho aconteceu o INOVACITY Digital. Foram dois dias de discussões suprapartidárias e de alto nível sobre temas de interesse coletivo conectados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS – estabelecidos pela Assembleia Geral das Nações Unidas. Os dois dias de evento foram transmitidos pelo ,,canal do YouTube do Inovacity. Inscreva-se no canal e habilite o sino para receber alertas de novos vídeos e de transmissões ao vivo. O Inovacity está também no ,,Facebook, ,,Instagram e ,,Linkedin.
O primeiro dia foi inteiramente dedicado aos ecossistemas de Startups voltadas ao desenvolvimento de soluções de interesse coletivo. O segundo dia foi dividido em painéis de discussão sobre temas como Urbanismo, Transformação Digital, Inclusão, Mobilidade, Gestão e Governança e contou com participação de Tatiana Maia Lins na abertura e na moderação do painel sobre Inclusão e com a participação de Rafael Veras durante o encerramento do evento.
No Dia 22, às 9h30, o “Pitch Day” do INOVACITY Digital foi iniciado com o investidor brasileiro em deep tech Guy Perelmuter, autor do livro “Futuro Presente: o mundo movido a tecnologia”. Em seguida, o INOVACITY Digital promoveu um encontro entre startups dos hubs Cubo (SP), Elephant (BA, CE, PA), Distrito (SP, PR), Porto Digital (PE) e Acate (SC). Participaram desta dinâmica startups que desenvolveram soluções voltadas às áreas de administração pública, construção, impacto social, energia, saneamento, mobilidade e outras áreas que influenciem no futuro das cidades. A moderação dos painéis do dia 22/07 foi da ErreJota Comunidade.
Veja abaixo como foi o primeiro dia do INOVACITY Digital na íntegra.
No dia 23 aconteceram os Painéis de Debate do INOVACITY Digital. Nomes como Michel Alcoforado (antropólogo – Consumoteca), Tomás de Lara (Cidades +B), Clarisse Linke (ITDP), Marina Grossi (CEBDS), Gil Giardelli (5Era), Fábio de Moraes (Favelar), Cláudio Nascimento (Prefeitura de Olinda), Ilan Cuperstein (C40 Cities), Carmen Migueles (Symbállein) e Leany Lemos (Estado do Rio Grande do Sul) debateram o futuro das cidades passando pelas tracks de urbanismo, mobilidade, transformação digital, integração de oportunidades, gestão e governança. No total, 21 debatedores se dividiram em seis painéis ao longo do dia 23/07.
Veja abaixo como foi o segundo dia do INOVACITY Digital na íntegra.
Originalmente idealizado como evento físico, o INOVACITY faz parte da UIA 2021 Expo e aconteceria este ano, no Rio de Janeiro, em paralelo ao 27º Congresso Mundial de Arquitetos (UIA 2021 RIO), que precisou ser adiado para 2021 em função da pandemia. A relevância temática e a importância dos assuntos escolhidos para o desenvolvimento de cidades mais eficientes, inovadores e inteligentes, contribuíram para que, excepcionalmente este ano, o evento trouxesse o locus do debate para o mundo digital, ampliando o alcance das discussões com transmissão gratuita pelo canal do ,,INOVACITY no YouTube e retransmissão pelo site da ,,UIA 2021 Expo.
O INOVACITY Digital, por sua vez, foi um evento online que aconteceu nos dias 22 e 23 de julho de 2020 com o objetivo de conectar pessoas, empreendedores, hubs de inovação e o poder público em torno de agendas propositivas que discutiram o futuro das cidades. Foram dois dias de discussões suprapartidárias e de alto nível sobre temas de interesse coletivo como Urbanismo, Transformação Digital, Inclusão, Mobilidade, Gestão e Governança, conectados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Realizado pela Startup Grid, em correalização com a Makemake e a Bonita Produções, o INOVACITY Digital contou com o apoio de parceiros como o ProUrb da UFRJ, LABMOB, Consumoteca, 5Era, Circo Crescer e Viver, Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável – CEBDS, Cubo/Itaú, Porto Digital, ACATE, Elephant, Distrito, RKF, e uma ampla rede de cidades conveniadas incluindo a Prefeitura da Cidade de Olinda, a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e a Prefeitura da Cidade de Florianópolis.